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Britney Spears é internada em clínica de reabilitação após prisão por dirigir embriagada
Cantora deu entrada em clínica de reabilitação pouco mais de um mês depois de ser presa por dirigir sob efeito de álcool e drogas
Britney Spears está internada em uma clínica de reabilitação. Um representante da cantora confirmou a internação voluntária à revista People no domingo (12), pouco mais de um mês depois de Britney comparecer ao tribunal na Califórnia para responder à acusação de dirigir sob influência de álcool.
O episódio que desencadeou tudo aconteceu em 4 de março. A Patrulha Rodoviária da Califórnia abordou Britney após suspeitar que ela conduzia sob efeito de álcool e drogas. A cantora foi submetida a testes de sobriedade no local, detida por violação do Código de Trânsito estadual e liberada horas depois. Na ocasião, o assessor da cantora classificou o ocorrido como um “incidente infeliz e completamente inaceitável” e disse que Britney tomaria “as medidas certas”.
Segundo fontes próximas à artista ouvidas pela People, após a detenção Britney foi encorajada pelas pessoas ao seu redor a buscar tratamento. “Ela compreende a gravidade da situação e sentiu que este era o melhor passo a seguir”, disse uma fonte à publicação. Conforme o TMZ, a artista iniciou um programa com duração inicial de 30 dias. Há também um fator prático na decisão: buscar ajuda voluntariamente tende a ser visto favoravelmente pela Justiça americana em casos de dirigir sob a influência de álcool ou substâncias ilícitas.
É impossível falar de Britney em reabilitação sem lembrar de 2007, quando ela se internou três vezes em questão de meses em meio à disputa pela guarda dos filhos Sean Preston e Jayden James com o ex-marido Kevin Federline. No ano seguinte, a cantora foi internada de forma involuntária em clínicas psiquiátricas, momento que marcou o início da tutela do pai, Jamie Spears, que controlou suas finanças e vida pessoal por 13 anos. O regime foi encerrado em 2021 pelo tribunal de Los Angeles, após pressão do movimento Free Britney. Desta vez, a decisão partiu dela.
Foto: Shutterstock
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Walker Scobell, de ‘Percy Jackson’, decide não ir a baile de formatura após ameaças de fãs
O ator de 17 anos publicou um desabafo no Instagram após fãs começarem a atacar adolescentes da região onde ele mora
Walker Scobell, o Percy Jackson revelado pelo Disney+, publicou um desabafo no Instagram Stories no domingo (12) pedindo que fãs parem de mandar ameaças de morte para adolescentes que moram perto dele. O motivo: Walker anunciou que não vai ao baile de formatura da escola, e revelou que fãs estavam mirando garotas simplesmente por viverem na mesma região que o ator, sem qualquer relação confirmada com ele.
“Só pra avisar, não vou ao baile. Por favor, parem de mandar ameaças de morte para TODA garota adolescente que possa estar remotamente associada a mim com base na proximidade ao lugar onde moro. Não é justo com elas ou com suas famílias”, escreveu Walker. E completou: “Talvez também parem de mandar ameaças de morte em geral. Isso não é legal. É meio estranho ter que dizer isso.”

Depois do post, a conta oficial do Disney+ no Reino Unido publicou sobre amizade em Percy Jackson e os Olimpianos, com a legenda “A amizade é mais forte do que qualquer profecia” – o que muitos leram como resposta indireta ao episódio. Não é a primeira vez que o elenco jovem da série enfrenta esse tipo de situação: Aryan Simhadri, de 19 anos, também relatou recentemente um episódio de assédio físico por parte de fãs em público.
Walker chegou ao estrelato em 2022, com papéis em O Projeto Adam, ao lado de Ryan Reynolds, e em Esquadrão Secreto, antes de ser escalado como filho de Poseidon na série da Disney+. A segunda temporada de Percy Jackson e os Olimpianos estreou em 2025, e a terceira, baseada em A Maldição do Titã, está prevista para o final de 2026.
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Ludmilla responde Felipe Amorim após cantor dizer que ela foi o seu “pior feat”
O que começou como um desabafo numa caixinha de perguntas terminou com Ludmilla desmentindo ao vivo nas redes sociais. Na segunda-feira (6), Felipe Amorim respondeu a um seguidor no Instagram dizendo que a colaboração mais decepcionante de sua carreira havia sido Jogadora Cara, de 2024, parceria com Dennis DJ e Ludmilla. O problema: horas depois, ele anunciou uma música nova chamada Amor In Studio – com a mesma Ludmilla. A lógica era a de uma provocação calculada para gerar buzz antes do lançamento. A artista não deixou passar.
Ludmilla foi ao X para deixar claro que aquela movimentação não tinha passado pela sua aprovação. Disse que o marketing foi “super infeliz”, que não foi alinhado com ela nem com sua equipe, e encerrou com um seco “eu não curti.”
O que Felipe relatou, em resumo, era que havia viajado ao Rio de Janeiro empolgado para gravar com uma das maiores artistas do país, só para descobrir que Ludmilla cumpriu sua parte na sessão e foi embora sem interagir com ele. “Nem falou comigo, foi embora, e eu fiquei: caramba, o que foi que eu vim fazer aqui?”, disse ele no vídeo.
O plano – se é que havia um plano claro – era usar a confissão de bastidor para criar antecipação para Amor In Studio. Na teoria, gera curiosidade, alimenta o algoritmo e coloca os dois nomes em evidência antes do lançamento. Na prática, Ludmilla desarmou tudo em uma frase, deixou claro que não foi consultada e transformou a jogada de marketing numa prova de que comunicação ruim entre equipes pode custar caro.
Felipe, por sua vez, foi cuidadoso ao pontuar que admira o trabalho dela – a crítica era ao momento nos bastidores, não à artista. Mas o estrago já estava feito.
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Reino Unido nega entrada de Kanye West no país e cancela festival que tinha rapper como headliner
O governo britânico bloqueou a entrada do rapper e o festival inteiro foi cancelado em cascata
O governo britânico negou a entrada de Ye – nome artístico do rapper Kanye West – no Reino Unido nesta terça-feira, alegando que sua presença não seria benéfica para o bem público. O Home Office retirou a autorização eletrônica de viagem do artista, e a organização do Wireless Festival confirmou em seguida o cancelamento completo do evento, garantindo reembolso a todos os compradores de ingressos.
Era pra ser o retorno de West à terra da rainha depois de mais de uma década – a última vez que ele se apresentou no país foi como headliner do Glastonbury, em 2015. O plano era ocupar o palco principal por três noites seguidas no festival de Finsbury Park, em julho.
A decisão do Home Office foi a última de uma série de rejeições que vinham se acumulando desde o anúncio da escalação de Kanye West. A Pepsi, que co-assinava o festival há mais de uma década, confirmou sua saída, seguida por Diageo, Rockstar Energy e PayPal, que informou que sua marca não aparecerá mais em materiais promocionais do evento.
O primeiro-ministro Keir Starmer descreveu como “profundamente preocupante” a decisão de contratar o rapper, e o Conselho de Deputados Judeus Britânicos foi ainda mais direto: afirmou que a comunidade judaica só toparia se reunir com Kanye após ele concordar em não se apresentar no festival. Antes de ser barrado, o rapper chegou a publicar uma nota tentando acalmar os ânimos, dizendo querer “apresentar um show de mudança, trazendo unidade, paz e amor através da música.” Não colou.
O contexto por trás da decisão não é de hoje. Menos de um ano atrás, o rapper lançou a música Heil Hitler, banida de todas as principais plataformas de streaming logo após o lançamento, e anunciou a venda de camisetas com suásticas em seu site. Em janeiro de 2026, ele publicou um anúncio de página inteira no Wall Street Journal pedindo perdão e atribuindo seu comportamento a episódios maníacos causados pelo transtorno bipolar – gesto que não convenceu quase ninguém. A Austrália já havia cancelado o visto do rapper no ano passado pelo mesmo motivo. O Reino Unido seguiu o mesmo caminho, e desta vez levou um festival inteiro consigo.
