Destaque

Antes de “término amigável” com Katy Perry, Orlando Bloom já estava paquerando geral

Fontes relatam flertes “descarados” semanas antes do comunicado oficial

Published

on

O comunicado foi doce: Katy Perry e Orlando Bloom disseram que “mudaram os rumos” do relacionamento para priorizar a pequena Daisy Dove, garantindo que continuariam unidos pelo amor e pela estabilidade da filha. Bonito — mas, segundo o Page Six, o ator já testava a solteirice há meses, e sem muito esforço para esconder.

Fontes que cruzaram com Bloom em Miami relatam cantadas abertas e “companhia feminina constante” durante eventos no início de abril e no fim de semana do Grand Prix de Fórmula 1, em maio. “Ele não fazia questão de disfarçar”, disse um insider à coluna.

O detalhe incômodo: na mesma época, rumores de crise já rondavam o casal, mas nada havia sido confirmado. O primeiro alerta público veio em 10 de junho, quando o mesmo tablóide cravou que “acabou” e que os dois aguardavam o fim da turnê de Katy para tornar o fim oficial. O anúncio só chegou em 3 de julho, com direito a nota alinhada dos representantes sublinhando “respeito mútuo” e “amor eterno pela filha”.

De festa em festa — sem anel?

Bloom estava em Miami para promover um cruzeiro de luxo e reapareceu no paddock da F-1 ao lado de Timothée Chalamet e Tom Brady. Testemunhas afirmam que o anel de noivado já não aparecia no dedo e que o ator distribuía charme com “empolgação de calouro”, para usar o eufemismo de uma fonte. As mesmas fontes falam em “garotas, plural” nas comemorações pós-corrida.

Enquanto isso, a cantora encarava a agenda da The Lifetimes Tour e a pressão por um álbum cuja recepção morna gerou “estresse e tensão” dentro de casa, segundo reportagem da People. A soma de compromissos ficou pesada: Bloom teria reclamado que a cerimônia do magnata Jeff Bezos na Itália — à qual compareceu sem Katy — foi o “debut como homem solteiro”, como descreveu outra nota do Page Six.

A cláusula Daisy Dove

Apesar do empurra-empurra virtual entre tabloides, os dois avisam que serão vistos juntos “como família”. A guarda compartilhada não deve virar guerra judicial (Perry já declarou que não pretende repetir o roteiro do divórcio de Russell Brand). Mas fica o registro: enquanto o discurso oficial vendia estabilidade, Bloom testava o mercado.

Nada disso anula o direito de qualquer um retomar a vida amorosa — contanto que comunique do outro lado da equação. O contraste, porém, coloca em perspectiva o tom cor-de-rosa do comunicado oficial. Se o relacionamento acabou “há meses”, como garantem fontes dos dois lados, por que a encenação pública prolongada? Talvez para proteger contratos, talvez para não desviar atenção da turnê de Katy.

Seja qual for o motivo, a cronologia extraoficial — flertes em abril, corridas em maio, boatos em junho, nota pacífica em julho — indica que Orlando Bloom já tinha trocado a aliança por drinques. E, como sempre, a versão oficial chegou só quando a foto no feed não dava mais para segurar.

Em alta

Sair da versão mobile