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Dona Ruth fala no Fantástico sobre perda da guarda de Léo: “Revivi o luto da Marília”

Mãe de Marília Mendonça falou sobre a decisão da Justiça que deu a guarda do neto a Murilo Huff

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Neste domingo (13), Dona Ruth Dias, mãe de Marília Mendonça, falou pela primeira vez sobre a perda da guarda do neto, Léo, fruto do relacionamento da cantora com o sertanejo Murilo Huff. Em entrevista ao Fantástico, ela desabafou em lágrimas: “Quando a gente perde um filho, a gente morre junto. E quando eu me vi sem o meu neto, eu revivi isso. Eu voltei a viver esse luto”.

Emocionada, ela contou que o afastamento de Léo foi um baque inesperado, e que o processo de separação entre os dois se deu de forma repentina. Segundo ela, a convivência com Murilo era harmoniosa até pouco tempo: “Sempre respeitei ele, a gente fazia as festas juntos. Eu não entendo o que mudou”, lamentou. A tensão, segundo seu advogado, teria começado após um evento de Dia das Mães na escola de Léo, onde Ruth teria se incomodado com a presença do ex-genro. A partir dali, a relação começou a ruir.

Ela também negou as acusações feitas no processo: disse que sempre cuidou da saúde do neto com acompanhamento médico e que Murilo sabia de tudo. Sobre o dinheiro, garantiu que a herança deixada por Marília — hoje estimada em mais de R$ 300 milhões — sempre foi bem administrada, em conjunto com o pai da criança. “Ele é o único herdeiro”, afirmou.

Dona Ruth e o cantor Murilo Huff

Por que a Justiça deu a guarda para Murilo Huff?

A decisão foi tomada no final de junho, após Murilo entrar com um pedido de urgência alegando alienação parental, negligência médica e má gestão da herança do filho. A Justiça acatou os argumentos e deu a guarda provisória unilateral ao cantor.

Segundo o processo, Dona Ruth teria omitido informações importantes sobre a saúde de Léo, que tem diabetes tipo 1, e até orientado babás a esconder sintomas e medicações do pai. Áudios anexados ao caso mostram frases como “não fala pro Murilo que ele tá tomando antibiótico” e “esconde o remédio”. A juíza apontou “quebra do dever de cooperação parental” e uso de “mecanismos típicos de alienação”.

Além disso, ela foi acusada de tomar decisões unilaterais e transformar a convivência em uma “arena de desinformação”. Por isso, o juiz decidiu que Léo deveria ficar com o pai, como medida de proteção emocional e física, pelo menos até o fim do processo.

Murilo Huff não deu entrevista, mas disse em nota que nunca impediu — e não impedirá — a convivência entre o filho e a avó. Já Dona Ruth promete recorrer da decisão e garantir que tudo que fez foi “por amor”.

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