Connect with us

Filmes

Josh Hutcherson comenta rumores de retorno em “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”

Ator diz que “seria legal” viver Peeta de novo, mas afirma não saber de convite. Prelúdio chega aos cinemas em novembro de 2026

Published

on

Desde o lançamento do livro Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, os fãs especulam uma possível aparição de personagens clássicos no novo filme da franquia. A trama se passa na 50ª edição dos Jogos — vencida por Haymitch Abernathy — e o epílogo menciona Katniss e Peeta. Com isso, surgiram boatos de que Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson e Woody Harrelson poderiam reprisar seus papéis no longa marcado para 20 de novembro de 2026.

Em entrevista ao portal Brit + Co, Hutcherson respondeu aos rumores com cautela: “Seria legal. Mas, honestamente, não sei de nada nesse universo agora”. O ator reforçou ainda o carinho pela saga: “Jogos Vorazes é incrível, eu amo essa história há muitos anos e vou amá-la para sempre”.

A expectativa de participação do trio clássico vem do encerramento do livro, que mostra Haymitch já mais velho, refletindo sobre sua trajetória e citando os amigos do Distrito 12. A cena abre espaço para um possível cameo.

O novo longa será dirigido por Francis Lawrence e conta com Joseph Zada como o jovem Haymitch, além de Elle Fanning, Ralph Fiennes, Maya Hawke e Jesse Plemons no elenco. A história se passa 24 anos antes dos eventos da trilogia original.

Até o momento, a Lionsgate não confirma nem descarta as participações especiais. Segundo fontes do People e do Brit + Co, cenas finais como o epílogo devem ser gravadas apenas em 2026. Por enquanto, tudo segue no campo das suposições.

Mas sonhar não custa nada. Um reencontro com Katniss, Peeta e Haymitch na tela grande seria um presente para os fãs — e um encerramento simbólico para o legado de Panem.

Advertisement

Filmes

‘O Agente Secreto’ entra em ranking de filmes mais enganadores do cinema

Revista britânica colocou o filme de Kleber Mendonça Filho na 5ª posição de uma lista com seis produções históricas do cinema

Published

on

O Agente Secreto, o thriller político de Kleber Mendonça Filho que varreu festivais internacionais em 2025, acaba de ganhar uma distinção inusitada: uma vaga no ranking de filmes com os títulos mais enganadores da história do cinema, publicado pela revista britânica Far Out Magazine nesta semana. O longa estrelado por Wagner Moura ficou na 5ª posição de uma lista com seis produções, ao lado de clássicos como Cães de Aluguel (1992) e Trainspotting (1996).

O autor da matéria, Tim Bradley, não poupou palavras. No texto, ele descreve O Agente Secreto como um dos exemplos mais gritantes de títulos recentes que induzem o público ao erro – argumentando que o nome leva o espectador a esperar uma aventura ao estilo James Bond, mas entrega quase três horas de “praticamente nada acontecendo”.


Para quem conhece o filme, a provocação é cômica: o mesmo longa que arrancou uma ovação de 13 minutos em Cannes, ganhou Melhor Ator e Melhor Diretor no festival e se tornou o primeiro filme brasileiro indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme em Drama sendo comparado, em termos de expectativa frustrada, a um blockbuster de espionagem.

Em entrevista à CNN Brasil, o diretor disse que escolheu o título por ser “curto e sexy” e que se inspira em filmes como Intriga Internacional e Três Dias do Condor. Sobre quem seria o agente do título, preferiu não revelar: “Tenho minhas próprias ideias, mas nunca entraria em detalhes.”

Para a Variety, há pelo menos três candidatos ao posto: o protagonista Marcelo – nome falso de um dissidente em fuga -, a personagem de Maria Fernanda Cândido, que articulou sua nova identidade, e os estudantes universitários que, décadas depois, transcrevem as fitas sobre o caso sem fazer ideia do que estão desenterrando.

A crítica especializada o trata como obra-prima. A Far Out o trata como armadilha para o espectador desavisado. No fundo, talvez os dois lados tenham razão.

Continue Reading

Filmes

Robert Pattinson relembra ‘Crepúsculo’ 18 anos depois: “Muito estranho”

Quase 20 anos depois, o ator olha para trás, ri dos próprios trejeitos vampíricos e ainda acha que a história é “bem estranha” – mas ama tudo isso

Published

on

Dezoito anos é tempo suficiente pra qualquer pessoa olhar para o passado e dar uma risada. Robert Pattinson chegou exatamente nesse ponto com Crepúsculo. Em entrevista recente à Vogue, o ator, que hoje tem 39 anos e vive o outro extremo do espectro de personagens sombrios como o atual Batman, revisitou a saga que o colocou no mapa com aquela mistura característica de carinho e consciência total do absurdo.

A parte mais reveladora da conversa veio quando Pattinson contou que tentou reproduzir recentemente um movimento físico que inventou nas filmagens para transmitir a natureza sobrenatural de Edward Cullen: apoiar apenas os dedos na mesa ao sentar. A lógica de 2008 era de elegância vampírica. A avaliação de 2026, nas palavras dele à Vogue: “Olhando para trás 20 anos depois, você fica tipo: ‘Hum, isso é muito estranho.'”


Apesar do tom autodepreciativo, Pattinson foi direto ao defender a entrega de todo o elenco. Para ele, o que fez a franquia funcionar foi o nível de comprometimento de todos com uma história que não facilitava em nada. “Todos estavam encarando o projeto com tanta seriedade e o levaram muito, muito, muito a sério”, disse à Vogue. E foi além: afirmou que faria tudo da mesma forma hoje – e que provavelmente nem conseguiria mais entregar aquela atuação específica. Crepúsculo dependia de uma singeleza quase ingênua pra funcionar, e o elenco entregou exatamente isso.

Pattinson não é novidade quando o assunto é apontar as peculiaridades do enredo de Stephenie Meyer. Em outras ocasiões, ele já havia comparado a dinâmica de Edward e Bella com romances mais convencionais, e a conclusão sempre foi a mesma. Crepúsculo não é Diário de uma Paixão. É uma história sobre um homem que encontra a única pessoa com quem quer ficar e, ao mesmo tempo, quer beber o sangue dela. “Bem, não devorá-la, beber o sangue dela, sei lá”, concluiu ele na entrevista, com a imprecisão casual de quem está improvisando.

Pattinson nunca fingiu achar Crepúsculo convencional – e é exatamente por isso que a gente continua adorando a relação dele com o papel.

Continue Reading

Filmes

Backrooms: o mito que nasceu em um fórum anônimo e virou o filme de terror mais aguardado de 2026

Com o filme dirigido por Kane Parsons, a A24 transforma um dos maiores mitos da internet em estreia cinematográfica

Published

on

Teve um momento em 2022 em que a internet parou para assistir um vídeo de nove minutos postado por um adolescente de 16 anos da Califórnia. Sem orçamento, sem distribuidora, sem assessoria de imprensa – só Blender, Adobe After Effects e uma compreensão intuitiva do que deixa as pessoas desconfortáveis. O vídeo era The Backrooms (Found Footage), de Kane Parsons, e ele acumulou sete milhões de visualizações nos primeiros dois dias. Hoje, com 20 anos, Parsons é o diretor mais jovem da história da A24. O segundo trailer de Backrooms foi divulgado na última semana, confirmando a estreia para 29 de maio de 2026 – e sinalizando que a relação entre internet e Hollywood nunca mais vai ser a mesma.

Do 4chan para o cinema

A história começa, como tantas histórias da internet, num lugar improvável: o fórum anônimo 4chan. Em maio de 2019, um usuário postou no board de paranormal da plataforma uma foto de um ambiente amplo, com carpete e iluminação fluorescente, pedindo que outros usuários compartilhassem imagens que pareciam “erradas” de algum jeito.

A imagem, que mais tarde seria identificada como uma loja de hobbies em Wisconsin passando por reforma, gerou uma resposta anônima que se tornaria o texto fundador de uma das maiores mitologias coletivas da internet: a descrição de um labirinto infinito de quartos amarelos, acessível apenas para quem “noclipasse para fora da realidade” – termo emprestado do universo dos games, onde um bug permite que o jogador atravesse paredes e caia no vazio por baixo do mapa.


A criepasta se espalhou para o Reddit, depois para o TikTok (a hashtag #liminalspaces acumulou quase 100 milhões de visualizações na plataforma, e chegou ao YouTube na forma de curtas-metragens que expandiram o lore em direções que o post original jamais poderia imaginar. O criador de Severance, Dan Erickson, chegou a citar os Backrooms como uma das inspirações para a série da Apple.

O garoto que virou diretor

Kane Parsons não inventou os Backrooms. O que ele fez foi algo mais difícil: entendeu o que tornava aquele mito perturbador e encontrou uma linguagem visual para isso. Usando Blender e After Effects, levou um mês para produzir o primeiro curta, apresentado como uma fita VHS gravada por um cineasta que acidentalmente entra nos Backrooms nos anos 1990 e é perseguido por uma criatura.

A série completa já ultrapassa 197 milhões de visualizações. Com ela, Parsons se torna o cineasta mais jovem a assinar um projeto com a A24 – uma produtora que, desde Hereditário, construiu uma reputação de fazer apostas incomuns render culturalmente. O roteiro foi escrito por Will Soodik, veterano de Westworld, e o elenco reúne os indicados ao Oscar Chiwetel Ejiofor e Renate Reinsve. A produção conta ainda com James Wan (Atomic Monster) e Shawn Levy (21 Laps Entertainment) como produtores.

A lógica dos liminal spaces como estética de uma geração

Não é coincidência que os Backrooms tenham explodido exatamente nesse momento. A estética dos liminal spaces – espaços de passagem esvaziados de seu propósito, corredores de aeroporto às 3 da manhã, shoppings fechados, piscinas vazias – ressoa com uma geração que cresceu sentindo que o mundo ao redor estava ligeiramente deslocado do que deveria ser.

O professor de estudos de internet Tama Leaver identificou que o horror dos Backrooms vem justamente dessa “estranheza familiar” – ambientes que parecem conhecidos, mas estão visivelmente errados. Não há monstro em cena. A ameaça é arquitetônica. É o corredor que não termina, a luz fluorescente que não apaga, o cheiro de carpete molhado que você sente mesmo sem ter estado lá. Isso não é um bug estético – é o idioma de uma geração que passou a adolescência processando ansiedade através de memes, vídeos do YouTube e mundos colaborativos construídos por desconhecidos na internet.


Backrooms não é um caso isolado. O criador de conteúdo Markiplier lançou Iron Lung de forma independente e o filme ultrapassou 43 milhões de dólares nas bilheterias globais – depois de ter sido rejeitado por múltiplos estúdios. O que Parsons e a A24 estão fazendo é dar um passo além: levar esse pipeline internet-cinema para dentro da estrutura de uma produtora com histórico de prestígio e alcance de premiações.

O segundo trailer de Backrooms entrega exatamente o que os fãs precisavam: há uma trama com textura emocional (uma terapeuta que entra nos Backrooms para resgatar um paciente desaparecido), há criaturas, há tensão. Mas a película de found footage que fez o meme funcionar ainda está lá, respirando por baixo da produção de estúdio. A pergunta que fica não é se o filme vai ser bom. É o que acontece com Hollywood quando a geração que cresceu no YouTube finalmente chega ao outro lado da câmera.

Continue Reading

Em alta

© 2025 Domínio Creative Content. Todos os direitos reservados.