Filmes
Superman, Pacificador, e mais: os próximos lançamentos da DC
Nova fase do universo DC começa a se desenrolar com Superman, Supergirl, Lanterns e mais.
O universo DC tá com sangue nos olhos — e agora com data na agenda. Depois de um longo (e confuso) processo de reformulação, o DC Studios, sob a batuta de James Gunn e Peter Safran, deu start na nova era com promessas de heróis repaginados, histórias mais coesas e um universo novinho em folha pra galera maratonar e debater sem fim.
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Se você se perdeu no multiverso de idas e vindas da DC, calma que a gente te atualiza. A partir de julho, começa oficialmente a sequência de produções que vai ditar o tom desse novo universo compartilhado. E tem de tudo: o retorno do Superman, o caos do Pacificador, um ar de mistério com Lanternas e até Supergirl partindo pra porrada no espaço. Se liga:
Superman
Estreia: 11 de julho de 2025 (cinemas)
Clark Kent está de volta — mas com cara nova. David Corenswet assume o manto do Homem de Aço nessa primeira grande estreia da nova fase. A trama foca nos dilemas entre ser um alienígena com superpoderes e um jornalista tentando pagar o aluguel. Lois Lane (Rachel Brosnahan) brilha na investigação, Lex Luthor (Nicholas Hoult) vem como o tech-bro vilanesco da vez, e ainda tem a estreia da “Justice Gang”, com nomes como Hawkgirl e Guy Gardner. E sim, cena pós-crédito confirmada. 👀
Pacificador – Temporada 2
Estreia: 21 de agosto de 2025 (HBO Max)
Ele voltou! John Cena retorna com seu capacete brilhante e piadas politicamente incorretas, agora em fuga da A.R.G.U.S. e encarando versões alternativas no multiverso. A série promete manter o humor ácido da primeira temporada com uma dose extra de caos interdimensional. Vale assistir com o dedo no pause — nunca se sabe o que vai aparecer na tela.

Lanterns
Estreia: início de 2026 (HBO/Max)
Imagine True Detective, só que com lanternas verdes. Hal Jordan (Kyle Chandler) e John Stewart (Aaron Pierre) formam uma dupla improvável que investiga um assassinato misterioso na Terra. A série deve explorar o lado mais investigativo e sombrio do universo DC — e sim, com muito poder vindo direto dos anéis.

Supergirl
Estreia: 26 de junho de 2026 (cinemas)
Milly Alcock, a Rhaenyra de Casa do Dragão, agora vive Kara Zor-El em uma odisseia espacial cheia de treta, solidão e redenção. Inspirado na HQ cult de Tom King, o filme promete mostrar uma Supergirl bem mais bruta. Vai ter planeta destruído, vilão cósmico e até Krypto, o supercão. Estamos prontos.

Novo filme da Mulher-Maravilha
Estreia: em desenvolvimento
Diana Prince vai voltar, mas a versão ainda está sendo esculpida com cuidado. O filme não tem atriz definida nem data, mas já sabemos que será separado da série Paradise Island e terá uma pegada independente. A ideia é devolver à heroína o protagonismo que ela merece — e colocar Themyscira de volta no radar.

Outros projetos confirmados (sem data ou em pré-produção):
- Clayface: primeiro vilão a ganhar filme solo no novo DCU, previsto pra setembro de 2026. Direção de James Watkins, com clima de terror psicológico.
- Batman 2 (The Batman sequels): Matt Reeves continua à frente do projeto, que deve estrear entre 2027 e 2028, agora com foco total no morcegão de Pattinson.
- The Brave and the Bold: novo Batman com Robin no centro, trazendo de volta a família Wayne como nunca antes vista.
- The Authority, Teen Titans, Swamp Thing: equipes e personagens cult entram na jogada com foco em expandir o universo e agradar fãs de longa data e novatos curiosos.
Se tudo sair como prometido, o novo DCU tem potencial pra virar o jogo — e quem sabe até roubar a cena do concorrente que já tem multiverso cansado e variantes sem fim. Resta saber se o público vai embarcar nessa nova saga de heróis, vilões e criaturas de outros mundos.
Spoiler: a gente já tá dentro.
Filmes
Anne Hathaway confirma que ‘O Diário da Princesa 3’ está em desenvolvimento
Em entrevista à Entertainment Weekly, Anne Hathaway garantiu que o roteiro está em desenvolvimento – e a autora dos livros já entregou que o elenco original volta todo
Anne Hathaway confirmou que O Diário da Princesa 3 está em desenvolvimento ativo. Em entrevista à Entertainment Weekly ao lado de Meryl Streep, durante a temporada de divulgação de O Diabo Veste Prada 2, a atriz disse que o projeto avança de forma constante – mas ainda sem luz verde da Disney nem roteiro fechado.
“Cem por cento, a gente está constantemente trabalhando nisso”, afirmou Hathaway, explicando que as gravações do novo filme da Miranda Priestly tomaram conta do segundo semestre de 2025 e tornaram impossível tocar os dois projetos ao mesmo tempo. Com O Diabo Veste Prada 2 chegando aos cinemas em 1º de maio, ela sinalizou que a intenção agora é voltar a Genóvia. “A preferência é fazer O Diário da Princesa como o próximo”, disse, mas foi direta ao conter o hype: “As expectativas são muito altas, e se você vai fazer, tem que arrasar.” Streep, ao lado, concordou.

Quem não mediu as palavras foi Meg Cabot. A autora dos livros foi ao BookCon de Nova York no último sábado e confirmou que o elenco inteiro retorna: Robert Schwartzman está dentro, assim como Chris Pine – “embora ele diga que não, mas ele está”, garantiu Cabot. A diretora confirmada é Adele Lim, de Podres de Ricos, anunciada para o projeto em outubro de 2024.
O único ponto em aberto é o retorno de Julie Andrews, que já declarou publicamente não esperar participar de uma terceira parte. Hathaway não abordou o assunto na entrevista, mas prometeu que o roteiro segue sendo lapidado. Ter Cabot entregando nomes no maior evento literário dos Estados Unidos é o sinal mais concreto em anos de que o projeto saiu do modo “estamos trabalhando nisso”.
Filmes
Doom-rom: o subgênero que está mudando o romance no cinema
De Rivais a O Drama, uma nova geração de filmes de amor recusa o final feliz – e o público não só aceitou como está pedindo mais.
Tem um novo tipo de filme de romance ocupando as salas de cinema e as plataformas de streaming – e, ao contrário do que o gênero costumava prometer, ele não termina com beijo na chuva. O doom-rom chegou para questionar tudo o que a gente achava que queria ver numa história de amor. Em vez de focar no casal se apaixonando e superando obstáculos até ficarem juntos, esse subgênero vai para o outro lado: mostra a toxicidade, os segredos, os desentendimentos e a realidade de que, às vezes, o amor não funciona. Parece deprimente? É exatamente por isso que está funcionando.
A crítica americana já apontava para essa guinada antes do termo ganhar tração nas redes. Em 2025, o gênero se fragmentou em algo mais bagunçado e autocrítico, moldado pelo cansaço cultural, pelas expectativas em transformação em torno dos relacionamentos e por um apetite crescente por histórias que mostram como o romance moderno pode ser desolador.

Os exemplos estão por toda parte. Rivais, de Luca Guadagnino, passou 2024 sendo o filme do momento justamente porque ninguém sai da projeção sabendo em quem torcer – os três protagonistas mentem, manipulam e se amam de um jeito que machuca. Amores Materialistas, de Céline Song, chegou no segundo semestre de 2025 com Dakota Johnson, Chris Evans e Pedro Pascal para confirmar a tendência: o filme sinaliza desde o início que o amor verdadeiro é uma ilusão e que funciona mais como uma transação.

E O Drama, com Zendaya e Robert Pattinson, acaba de chegar em 2026 como o caso mais radical do subgênero – não se parece com nenhum filme romântico que você já viu, e parte do que o torna tão impactante é uma virada que contraria tudo o que a rom-com tradicional prometia.
Existe uma explicação cultural concreta por trás dessa preferência. Os apps de relacionamento criaram uma geração que sabe exatamente o que significa dar match às 23h e acordo às 8h – e essa experiência não tem nada a ver com o que Simplesmente Amor prometia nos anos 2000. Há algo reconfortante em ver na tela o que você já sabe: que amar alguém não garante que vai funcionar.

O que é curioso é que esse fenômeno não é exatamente novo, é a formalização de algo que o cinema já vinha fazendo às escondidas há décadas. 500 Dias com Ela (2009) era um doom-rom antes do nome existir. La La Land (2016) virou ícone por se recusar a dar ao público o final que ele queria. Blue Valentine (2010) mostrava o fim de um casamento em tempo real, sem pedir licença. O que mudou é que esses filmes deixaram de ser exceção e viraram tendência dominante – e o público, especialmente a Geração Z, não só aceitou como pediu mais. Porque assistir a um amor que não dá certo nunca foi sobre querer sofrer. É sobre se sentir visto.
Filmes
‘O Agente Secreto’ entra em ranking de filmes mais enganadores do cinema
Revista britânica colocou o filme de Kleber Mendonça Filho na 5ª posição de uma lista com seis produções históricas do cinema
O Agente Secreto, o thriller político de Kleber Mendonça Filho que varreu festivais internacionais em 2025, acaba de ganhar uma distinção inusitada: uma vaga no ranking de filmes com os títulos mais enganadores da história do cinema, publicado pela revista britânica Far Out Magazine nesta semana. O longa estrelado por Wagner Moura ficou na 5ª posição de uma lista com seis produções, ao lado de clássicos como Cães de Aluguel (1992) e Trainspotting (1996).
O autor da matéria, Tim Bradley, não poupou palavras. No texto, ele descreve O Agente Secreto como um dos exemplos mais gritantes de títulos recentes que induzem o público ao erro – argumentando que o nome leva o espectador a esperar uma aventura ao estilo James Bond, mas entrega quase três horas de “praticamente nada acontecendo”.

Para quem conhece o filme, a provocação é cômica: o mesmo longa que arrancou uma ovação de 13 minutos em Cannes, ganhou Melhor Ator e Melhor Diretor no festival e se tornou o primeiro filme brasileiro indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme em Drama sendo comparado, em termos de expectativa frustrada, a um blockbuster de espionagem.
Em entrevista à CNN Brasil, o diretor disse que escolheu o título por ser “curto e sexy” e que se inspira em filmes como Intriga Internacional e Três Dias do Condor. Sobre quem seria o agente do título, preferiu não revelar: “Tenho minhas próprias ideias, mas nunca entraria em detalhes.”
Para a Variety, há pelo menos três candidatos ao posto: o protagonista Marcelo – nome falso de um dissidente em fuga -, a personagem de Maria Fernanda Cândido, que articulou sua nova identidade, e os estudantes universitários que, décadas depois, transcrevem as fitas sobre o caso sem fazer ideia do que estão desenterrando.
A crítica especializada o trata como obra-prima. A Far Out o trata como armadilha para o espectador desavisado. No fundo, talvez os dois lados tenham razão.
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