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Taylor Swift vai depor no caso Blake Lively x Justin Baldoni?
O nome de Taylor Swift voltou a aparecer em meio ao turbulento processo judicial entre Blake Lively e Justin Baldoni, diretor e coprotagonista da adaptação cinematográfica de É Assim Que Acaba. Mas, ao contrário do que alguns veículos chegaram a noticiar, a cantora não será ouvida em depoimento.
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Entenda o caso
Tudo começou em dezembro de 2024, quando Blake acusou Baldoni de assédio sexual e retaliação durante as filmagens. Pouco depois, ele abriu um processo de US$ 400 milhões contra a atriz, alegando que ela tentou assumir o controle criativo do longa e arruinar sua reputação. Foi nesse contexto que o nome de Taylor entrou na disputa: segundo documentos apresentados por Baldoni, Blake teria usado sua amizade com a cantora como forma de pressão para exigir mudanças no roteiro. Em mensagens de texto anexadas à ação, ele dá a entender que “Ryan” (Reynolds, marido de Blake) e “Taylor” teriam sido mencionados como aliados da atriz, a quem ela chegou a chamar de seus “dragões”, em referência a Game of Thrones.
A confusão aumentou quando Baldoni alegou que Blake fez uma “ameaça velada”, insinuando que poderia retirar a música My Tears Ricochet da trilha do filme caso suas demandas não fossem atendidas. Vale lembrar que a faixa, lançada no álbum Folklore, foi usada no trailer oficial da adaptação.
Em maio de 2025, Taylor foi intimada a depor como testemunha, o que causou grande repercussão. Sua equipe reagiu imediatamente, classificando a medida como uma forma de “explorar o nome de Taylor Swift para gerar cliques de tabloide”. Em comunicado enviado à CNN, um representante da cantora deixou claro que ela nunca teve envolvimento criativo com É Assim Que Acaba “Ela nunca esteve no set, não participou de decisões de elenco ou edição, não fez anotações sobre o filme e só assistiu ao longa semanas depois de sua estreia. Sua única conexão foi permitir o uso de uma música, assim como outros 19 artistas fizeram”.
Assista ao trailer:
No início de setembro, o advogado de Taylor, Douglas Baldridge, explicou que a artista não havia aceitado depor, mas que, se fosse obrigada por ordem judicial, sua agenda permitiria encaixar uma data em outubro. Poucos dias depois, o juiz responsável pelo caso decidiu que o depoimento não seria necessário, encerrando as especulações sobre a presença da cantora na disputa.
Para piorar a tensão, advogados de Baldoni alegaram que a equipe de Blake teria pressionado Taylor a emitir uma declaração pública em apoio à amiga, insinuando que mensagens pessoais poderiam ser divulgadas caso ela se recusasse. A defesa de Blake respondeu de forma dura, chamando a acusação de “categoricamente falsa” e acusando os representantes de Baldoni de agirem de má-fé.
No fim das contas, Taylor Swift acabou envolvida em um escândalo judicial ao qual nunca esteve ligada de fato.