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“Vale Tudo”: morte de Odete Roitman terá múltiplos suspeitos e cinco finais secretos

A vilã será assassinada em 6 de outubro e múltiplos suspeitos movimentarão o clássico mistério da novela

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A reta final de Vale Tudo promete parar o Brasil mais uma vez com o mistério que se tornou marca registrada da novela: a morte de Odete Roitman. A empresária, vivida por Debora Bloch na nova versão, será assassinada no capítulo previsto para ir ao ar em 6 de outubro, dentro do quarto de hotel onde mora com César (Cauã Reymond).

Segundo informações do Notícias da TV, a cena do crime deixará o público em dúvida sobre quem puxou o gatilho. Isso porque a arma usada terá impressões digitais de duas mulheres próximas à vilã: Celina Junqueira (Malu Galli) e Heleninha Roitman (Paolla Oliveira). O laudo só será revelado cinco capítulos após o assassinato, prolongando o suspense e alimentando a pergunta que todos querem responder: afinal, quem matou Odete Roitman?

Logo após o crime, a trama mostrará o corpo da ricaça sendo levado em uma maca para o Instituto Médico Legal. A perícia encontrará o revólver no local e iniciará a investigação. Além de Celina e Heleninha, César e Marco Aurélio (Alexandre Nero) também estarão entre os principais suspeitos.

Mas a Globo prepara ainda mais reviravoltas. O ator Luis Lobianco, que interpreta Freitas, foi convocado para gravar versões alternativas em que seu personagem erra o alvo em uma tentativa de matar Marco Aurélio e acaba atingindo Odete. Essa hipótese lembra bastante a resolução da novela original de 1988, quando a vilã interpretada por Beatriz Segall foi morta por Leila (Cássia Kis), que tinha como objetivo atingir Maria de Fátima (Gloria Pires).

Para manter o mistério, cinco finais diferentes estão sendo gravados sob sigilo máximo. A estratégia segue o espírito da primeira exibição, que fez história na TV ao transformar o “quem matou” em um fenômeno cultural, discutido em todos os cantos do país.

Com a morte de Odete marcada e várias possibilidades em jogo, a novela das 9 prepara um desfecho explosivo para uma das vilãs mais icônicas da dramaturgia brasileira.

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