Filmes
“O Diabo Veste Prada 2” confirma Meryl Streep, Anne Hathaway e Emily Blunt no elenco
Sequência promete mostrar o declínio das revistas impressas
Miranda Priestly está oficialmente de volta ao expediente — e não parece nem um pouco disposta a aposentar o icônico “That’s all.” A Disney/20th Century Studios confirmou que O Diabo Veste Prada 2 já está em produção, com estreia marcada para 1º de maio de 2026. O anúncio traz boas notícias para quem sabe de cor as regras para vestir cerúleo: Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci retomam seus papéis, enquanto Kenneth Branagh entra na história como o marido de Miranda.
- Zendaya onipresente: os 6 projetos que vão tomar conta de 2026
- As 10 maiores bilheterias da história do cinema
- “A Rede Social” ganhará uma sequência que absolutamente ninguém pediu
Veja o primeiro teaser:
Os detalhes do enredo seguem em sigilo, mas fontes próximas à produção adiantam que a trama mostrará Miranda Priestly lidando com o declínio das revistas impressas. Do outro lado da mesa, Emily Blunt retorna como sua ex-assistente — agora uma executiva influente de um conglomerado de luxo, com cartas (e anúncios) na manga que Miranda precisa para manter a Runway relevante. Ainda não está claro onde Andy Sachs, a jornalista interpretada por Hathaway, se encaixa nesse novo tabuleiro. A última vez que a vimos, ela havia trocado o universo fashion por uma redação de jornal.
A sequência mantém a dupla criativa do filme original: David Frankel na direção e Aline Brosh McKenna no roteiro. A expectativa é que o humor afiado continue intacto, mas com um pano de fundo atualizado — redes sociais, influencers e a eterna batalha por cliques devem dividir espaço com a pilha de editoriais e amostras de alta-costura.
Ainda falta quase um ano para a estreia, mas já dá para prever que os comentários sobre dress code — e, claro, se Miranda continuará distribuindo olhares capazes de reprovar um look inteiro — vão dominar a internet à medida que novas prévias forem divulgadas. Até lá, só resta aguardar e, quem sabe, tirar a velha expressão “cerúleo” do armário.