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Os 10 filmes mais assistidos da história da Netflix

De Sandra Bullock a Ryan Reynolds: relembre os recordistas da plataforma, e conheça a animação que desbancou todos eles em 2025

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A animação musical Guerreiras do K-Pop não apenas conquistou o primeiro lugar absoluto como o filme mais assistido do ano na Netflix, como também se tornou o título mais visto da história do streaming – superando séries e filmes de qualquer categoria. Com 325 milhões de visualizações em seus primeiros 91 dias, a produção da Sony Pictures Animation em parceria com a Netflix reescreveu os parâmetros de sucesso da plataforma.

Veja o ranking completo:

10º lugar: Damsel (2024) — 138 milhões de visualizações

A fantasia protagonizada por Millie Bobby Brown conquistou o público com uma proposta ousada de subverter o clássico conto de princesas. Na trama, Elodie aceita se casar com um príncipe rico, apenas para descobrir que é parte de um sacrifício ritualístico envolvendo um dragão milenar. A estrela de Stranger Things carregou o filme nas costas e provou mais uma vez seu apelo comercial, acumulando 253 milhões de horas assistidas.

9º lugar: Agente Oculto (2022) — 139 milhões de visualizações

Os irmãos Russo reuniram a dupla de roteiristas de Vingadores para criar este thriller de espionagem estrelado por Ryan Gosling e Chris Evans. A história acompanha um agente da CIA que precisa fugir após obter informações comprometedoras sobre a agência. Com cenas de ação elaboradas e um vilão memorável interpretado por Evans, o filme alcançou quase 300 milhões de horas de reprodução.

8º lugar: O Mundo Depois de Nós (2023) — 143 milhões de visualizações

Sam Esmail, criador de Mr. Robot, dirigiu este thriller psicológico que reuniu Julia Roberts, Ethan Hawke e Mahershala Ali em uma narrativa sobre o colapso social após um ataque cibernético massivo. A tensão crescente entre as duas famílias protagonistas e o clima apocalíptico garantiram ao filme mais de 339 milhões de horas assistidas — e muitas teorias nas redes sociais.

7º lugar: De Volta À Ação (2025) — 147 milhões de visualizações

O retorno de Cameron Diaz às telas ao lado de Jamie Foxx foi um dos eventos cinematográficos de 2025. Na comédia de ação, o casal interpreta ex-agentes da CIA que tentam viver uma vida normal até terem sua identidade exposta 15 anos depois. O filme marcou a primeira produção original de 2025 a entrar no top 10 histórico da plataforma.

6º lugar: Bird Box (2018) — 157 milhões de visualizações

O thriller de terror psicológico com Sandra Bullock se tornou um verdadeiro fenômeno cultural quando foi lançado, gerando memes, desafios virais e debates intermináveis sobre seu final. A premissa de sobreviver vendado em um mundo onde olhar significa morte continua assombrando o imaginário popular, com mais de 325 milhões de horas reproduzidas.

5º lugar: O Projeto Adam (2022) — 157,6 milhões de visualizações

Ryan Reynolds embarcou em mais uma aventura de ficção científica ao interpretar um piloto que viaja no tempo e encontra a versão mais jovem de si mesmo. A combinação de humor, ação e emoção familiar transformou o filme em um sucesso instantâneo, provando que Reynolds é praticamente uma garantia de audiência na Netflix.

4º lugar: Não Olhe Para Cima (2021) — 171 milhões de visualizações

A sátira política de Adam McKay reuniu um elenco estelar – Leonardo DiCaprio, Jennifer Lawrence, Meryl Streep, Cate Blanchett e Timothée Chalamet – para contar a história de dois astrônomos tentando alertar o mundo sobre um cometa que destruirá a Terra. Com mais de 408 milhões de horas assistidas, o filme se tornou um comentário cultural sobre negacionismo e indiferença midiática.

3º lugar: Bagagem de Risco (2024) — 172 milhões de visualizações

O thriller natalino protagonizado por Taron Egerton se tornou uma das maiores surpresas do fim de 2024. Na trama, um agente de segurança de aeroporto é chantageado por um mercenário (Jason Bateman) para permitir a passagem de uma bagagem contendo um agente nervoso letal. A tensão constante e o ritmo acelerado renderam 344 milhões de horas de entretenimento.

2º lugar: Alerta Vermelho (2021) — 230 milhões de visualizações

Durante mais de três anos, a comédia de ação estrelada por Dwayne Johnson, Ryan Reynolds e Gal Gadot reinou absoluta no topo do ranking. A história de um agente do FBI enredado no mundo de ladrões de arte internacionais acumulou impressionantes 454 milhões de horas reproduzidas — até ser destronada em 2025.

1º lugar: Guerreiras do K-Pop (2025) — 325 milhões de visualizações

A animação musical dirigida por Maggie Kang e Chris Appelhans não apenas quebrou todos os recordes anteriores como redefiniu o que significa ser um sucesso no streaming. A história acompanha o trio de K-pop Huntrix – formado por Rumi, Mira e Zoey – que, além de lotar estádios, usa poderes secretos para proteger seus fãs de ameaças sobrenaturais, incluindo uma boy band rival composta por demônios disfarçados. O filme se tornou o título mais assistido da história da Netflix, superando até mesmo a primeira temporada de Round 6, e sua trilha sonora fez história ao colocar quatro músicas simultaneamente no top 10 da Billboard Hot 100. Com 541 milhões de horas reproduzidas e uma sequência confirmada para 2029, Guerreiras do K-Pop transformou-se em um fenômeno cultural que transcende o streaming.

Filmes

O Diabo Veste Prada 2 é melhor do que você esperava – e por um motivo surpreendente

Andy e Miranda voltam 20 anos depois para discutir o que o cinema raramente toca: o colapso do jornalismo e o que resta das pessoas que construíram impérios nele.

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O Diabo Veste Prada 2 chegou aos cinemas brasileiros em 30 de abril carregando o peso de uma das maiores perguntas de 2026: dá pra continuar uma história que todo mundo já sabe de cor sem trair o original? A resposta, com 20 anos de distância e um mundo diferente como pano de fundo, é sim – e de um jeito que poucos esperavam.

ALERTA DE SPOILERS ABAIXO

Dirigido novamente por David Frankel, com roteiro de Aline Brosh McKenna, o filme reúne Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci numa trama que usa a crise do jornalismo impresso como gatilho para explorar algo mais interessante: o que acontece com as pessoas que constroem um império quando o chão some debaixo dos pés.


Andy Sachs agora é uma jornalista premiada no New York Vanguard, exatamente o tipo de carreira séria que ela sempre quis quando torcia o nariz pra Runway lá em 2006. Aí vem a demissão, por mensagem de texto, durante uma noite de premiação. O filme praticamente abre com essa cena, e é nesse momento que O Diabo Veste Prada 2 deixa de ser uma homenagem ao passado e vira algo com coisas reais pra dizer.

Andy volta à Runway não por redenção ou nostalgia, mas porque precisa do emprego. Miranda também não está em posição cômoda: a revista migrou para o digital, os investidores querem métricas antes de opinião, e o personagem de B.J. Novak representa tudo o que está destruindo o jornalismo com planilha e sorriso. A dinâmica entre as duas funciona porque nenhuma delas virou outra pessoa. Andy ainda acha que o jornalismo dela é mais importante que o da moda. Miranda ainda é intragável em reuniões de RH. É essa teimosia de personalidade que sustenta o filme.


A grande virada do roteiro envolve Emily Charlton – agora executiva de uma marca de luxo e responsável pelas decisões publicitárias que mantêm ou afundam a Runway. Emily Blunt entrega cada cena com precisão cômica, e a revelação de que ela é a força por trás da crise de Miranda funciona bem como engrenagem dramática. O que o filme acerta aqui é recusar o maniqueísmo: Emily não é uma vilã de cartoon, é uma mulher que chegou onde queria e ainda carrega as mesmas inseguranças de sempre, só com um orçamento maior. A sequência que ela e Andy compartilham quando a verdade vem à tona é o melhor pedaço de atuação do filme.

Uma das imagens mais inteligentes de O Diabo Veste Prada 2 é pequena: o mesmo cinto cerúleo que Miranda usou para dar uma aula sobre como a moda molda o que o mundo veste reaparece numa barraca de mercado popular. É o tipo de detalhe que funciona como crônica sem precisar de discurso. O mesmo vale para o ritual do casaco – que Miranda agora precisa pendurar sozinha, num escritório onde ninguém paralisa mais quando ela entra. Esses gestos valem mais que qualquer monólogo sobre a crise da mídia impressa.


A produção estreou com mais de US$ 233 milhões em bilheteria global no primeiro fim de semana, tornando-se um dos maiores lançamentos do ano – o que diz tanto sobre o poder da nostalgia quanto sobre a execução do filme para justificar esse retorno às salas.

O filme inteiro opera com contenção suficiente para não se tornar um desfile de referências ao original. O Diabo Veste Prada 2 não precisava existir. Mas existindo, chegou com algo real pra dizer – e isso, em 2026, já é mais do que a maioria.

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Emily Blunt revela que tinha medo de Meryl Streep no set de ‘O Diabo Veste Prada’

Em entrevista de divulgação da sequência, as atrizes confirmaram que Meryl Streep mantinha distância deliberada dos colegas para preservar a autoridade da personagem

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Quase duas décadas depois das filmagens do primeiro O Diabo Veste Prada, Emily Blunt confirmou o que muita gente já desconfiava: Meryl Streep era uma presença intimidadora no set. Em entrevista ao programa SiriusXM Front Row com Andy Cohen, ao lado de Anne Hathaway e Stanley Tucci, Emily contou que a colega estava tão imersa no universo de Miranda Priestly que a convivência nos bastidores tinha uma tensão muito particular.


“No primeiro filme, eu estava com bastante medo porque sentia que você estava em uma zona”, disse Emily diretamente para Meryl, que confirmou sem cerimônia: “Ah, sim. Eu estava nessa zona.” Emily foi mais longe e batizou o estado de espírito da colega de “zona Miranda” – uma distância calculada que não era exatamente frieza, mas também não era a Meryl de sempre. “Não era impenetrável. A gente conseguia chegar e contar uma história engraçada, mas você não fazia aquela risada extraordinária que eu normalmente ouvia”, lembrou.

Em entrevista separada, Meryl explicou que o distanciamento não era método puro, era estratégia deliberada para sustentar a autoridade de Miranda Priestly em cena. A atriz mencionou que conversou sobre isso com Greta Gerwig, que descreveu uma lógica parecida na direção: “Elas meio que não querem você na festa da equipe. Você precisa de uma pequena barreira para parecer a chefe.”


O Diabo Veste Prada 2 estreia nos cinemas em 30 de abril com elenco original completo – Meryl, Anne, Emily e Stanley Tucci – e adições como Justin Theroux, Kenneth Branagh e Lady Gaga. O primeiro trailer do filme acumulou 222 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas, recorde da 20th Century Studios.

Emily Blunt, que era praticamente desconhecida do grande público quando o original foi lançado, disse à ELLE que o papel abriu portas para personagens com mais camadas, e a tirou do caminho das mocinhas de época britânicas. Duas décadas depois, ela voltou ao set. E, segundo as entrevistas de divulgação, a zona Miranda voltou junto.

Assista ao trailer:

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Anne Hathaway confirma que ‘O Diário da Princesa 3’ está em desenvolvimento

Em entrevista à Entertainment Weekly, Anne Hathaway garantiu que o roteiro está em desenvolvimento – e a autora dos livros já entregou que o elenco original volta todo

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Anne Hathaway confirmou que O Diário da Princesa 3 está em desenvolvimento ativo. Em entrevista à Entertainment Weekly ao lado de Meryl Streep, durante a temporada de divulgação de O Diabo Veste Prada 2, a atriz disse que o projeto avança de forma constante – mas ainda sem luz verde da Disney nem roteiro fechado.

“Cem por cento, a gente está constantemente trabalhando nisso”, afirmou Hathaway, explicando que as gravações do novo filme da Miranda Priestly tomaram conta do segundo semestre de 2025 e tornaram impossível tocar os dois projetos ao mesmo tempo. Com O Diabo Veste Prada 2 chegando aos cinemas em 1º de maio, ela sinalizou que a intenção agora é voltar a Genóvia. “A preferência é fazer O Diário da Princesa como o próximo”, disse, mas foi direta ao conter o hype: “As expectativas são muito altas, e se você vai fazer, tem que arrasar.” Streep, ao lado, concordou.


Quem não mediu as palavras foi Meg Cabot. A autora dos livros foi ao BookCon de Nova York no último sábado e confirmou que o elenco inteiro retorna: Robert Schwartzman está dentro, assim como Chris Pine – “embora ele diga que não, mas ele está”, garantiu Cabot. A diretora confirmada é Adele Lim, de Podres de Ricos, anunciada para o projeto em outubro de 2024.

O único ponto em aberto é o retorno de Julie Andrews, que já declarou publicamente não esperar participar de uma terceira parte. Hathaway não abordou o assunto na entrevista, mas prometeu que o roteiro segue sendo lapidado. Ter Cabot entregando nomes no maior evento literário dos Estados Unidos é o sinal mais concreto em anos de que o projeto saiu do modo “estamos trabalhando nisso”.

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