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Os motivos que afastaram Ariana Grande de ter uma indicação ao Oscar 2026
Votantes anônimos da Academia revelam que comportamentos durante a turnê promocional de ‘Wicked: Parte 2’ foram determinantes
A temporada de premiações de Hollywood costuma ser marcada por campanhas intensas, lobbies discretos e muita política nos bastidores. Mas o que aconteceu com Ariana Grande no Oscar 2026 ultrapassou qualquer expectativa sobre o que pode ou não influenciar uma indicação da Academia. Votantes anônimos que falaram com a NewsNation não apenas admitiram ter ignorado a performance da cantora em Wicked: Parte 2, como revelaram que os motivos pouco tinham a ver com o que ela entregou nas telas. As justificativas giram em torno de comportamentos durante a turnê promocional do filme, interações com a co-estrela Cynthia Erivo e uma sensação generalizada de desconforto que teria tomado conta de quem acompanhou a divulgação do longa.
Um dos incidentes mais comentados aconteceu durante um painel promocional quando o produtor Marc Platt agarrou o braço de Ariana Grande e o sacudiu vigorosamente em um momento de empolgação. Grande pareceu assustada com a interação, segurando o próprio braço como se fosse uma pata de cachorro machucada, o que fez Cynthia Erivo intervir imediatamente.
A reação de Erivo foi considerada desproporcional por muitos: ela pegou o braço da colega delicadamente, embalou-o de forma protetora e pareceu beijá-lo ou encostar a cabeça nele. Críticos online questionaram por que a resposta foi tão intensa para algo que parecia ser apenas um gesto entusiasmado de um produtor feliz com o próprio projeto. Para os votantes, esse tipo de momento virou símbolo de algo maior que os incomodava.
A dinâmica entre as duas atrizes se tornou objeto de escrutínio constante, e os votantes não pouparam palavras ao descrever o que sentiram. Um votante disse estar completamente desanimado com as performances promocionais delas, afirmando que elas assustaram muita gente e que, na pressa de parecerem autênticas, acabaram parecendo que estavam fazendo cosplay.

Outro foi ainda mais direto ao afirmar que o filme não era tão bom assim e que Grande e Erivo sugaram todo o ar de qualquer tapete vermelho em que apareciam, e que ninguém queria passar por aquilo de novo. O votante chegou a fazer uma piada de gosto duvidoso, dizendo que estavam protegendo Ariana da ansiedade dela e Cynthia de ter que intervir novamente.
O que torna essa situação particularmente problemática é que os votantes do Oscar supostamente deveriam avaliar performances cinematográficas, não comportamentos em entrevistas ou química em turnês de imprensa. Vários jornalistas de entretenimento enfatizaram que votantes do Oscar avaliam performances na tela, não relacionamentos fora dela ou dinâmicas em turnês de divulgação.

A própria Academia nunca se pronunciou oficialmente sobre os motivos por trás das decisões individuais de votação, já que o processo é confidencial e cédulas ou justificativas detalhadas não são publicadas. Isso significa que as declarações desses votantes anônimos, por mais chocantes que sejam, representam apenas uma fração das milhares de pessoas que participam do processo de votação.
Fãs e observadores da indústria ficaram especialmente surpresos que nenhuma das duas músicas originais criadas para a sequência, The Girl in the Bubble e No Place Like Home, tenha recebido indicações na categoria de Melhor Canção Original, mesmo que Stephen Schwartz, compositor de ambas, seja uma figura respeitada no teatro musical.
O silêncio da Academia sobre Wicked: Parte 2 foi ensurdecedor: zero indicações em qualquer categoria, um contraste brutal com as dez indicações e duas vitórias do primeiro filme. Se votantes realmente estão baseando suas decisões em como se sentiram assistindo entrevistas promocionais em vez de avaliar o trabalho artístico em si, o que isso diz sobre a integridade do processo? E mais importante: quantas outras carreiras podem ter sido afetadas por critérios igualmente arbitrários que nunca vieram a público?
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O Diabo Veste Prada 2 é melhor do que você esperava – e por um motivo surpreendente
Andy e Miranda voltam 20 anos depois para discutir o que o cinema raramente toca: o colapso do jornalismo e o que resta das pessoas que construíram impérios nele.
O Diabo Veste Prada 2 chegou aos cinemas brasileiros em 30 de abril carregando o peso de uma das maiores perguntas de 2026: dá pra continuar uma história que todo mundo já sabe de cor sem trair o original? A resposta, com 20 anos de distância e um mundo diferente como pano de fundo, é sim – e de um jeito que poucos esperavam.
ALERTA DE SPOILERS ABAIXO
Dirigido novamente por David Frankel, com roteiro de Aline Brosh McKenna, o filme reúne Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci numa trama que usa a crise do jornalismo impresso como gatilho para explorar algo mais interessante: o que acontece com as pessoas que constroem um império quando o chão some debaixo dos pés.

Andy Sachs agora é uma jornalista premiada no New York Vanguard, exatamente o tipo de carreira séria que ela sempre quis quando torcia o nariz pra Runway lá em 2006. Aí vem a demissão, por mensagem de texto, durante uma noite de premiação. O filme praticamente abre com essa cena, e é nesse momento que O Diabo Veste Prada 2 deixa de ser uma homenagem ao passado e vira algo com coisas reais pra dizer.
Andy volta à Runway não por redenção ou nostalgia, mas porque precisa do emprego. Miranda também não está em posição cômoda: a revista migrou para o digital, os investidores querem métricas antes de opinião, e o personagem de B.J. Novak representa tudo o que está destruindo o jornalismo com planilha e sorriso. A dinâmica entre as duas funciona porque nenhuma delas virou outra pessoa. Andy ainda acha que o jornalismo dela é mais importante que o da moda. Miranda ainda é intragável em reuniões de RH. É essa teimosia de personalidade que sustenta o filme.

A grande virada do roteiro envolve Emily Charlton – agora executiva de uma marca de luxo e responsável pelas decisões publicitárias que mantêm ou afundam a Runway. Emily Blunt entrega cada cena com precisão cômica, e a revelação de que ela é a força por trás da crise de Miranda funciona bem como engrenagem dramática. O que o filme acerta aqui é recusar o maniqueísmo: Emily não é uma vilã de cartoon, é uma mulher que chegou onde queria e ainda carrega as mesmas inseguranças de sempre, só com um orçamento maior. A sequência que ela e Andy compartilham quando a verdade vem à tona é o melhor pedaço de atuação do filme.
Uma das imagens mais inteligentes de O Diabo Veste Prada 2 é pequena: o mesmo cinto cerúleo que Miranda usou para dar uma aula sobre como a moda molda o que o mundo veste reaparece numa barraca de mercado popular. É o tipo de detalhe que funciona como crônica sem precisar de discurso. O mesmo vale para o ritual do casaco – que Miranda agora precisa pendurar sozinha, num escritório onde ninguém paralisa mais quando ela entra. Esses gestos valem mais que qualquer monólogo sobre a crise da mídia impressa.

A produção estreou com mais de US$ 233 milhões em bilheteria global no primeiro fim de semana, tornando-se um dos maiores lançamentos do ano – o que diz tanto sobre o poder da nostalgia quanto sobre a execução do filme para justificar esse retorno às salas.
O filme inteiro opera com contenção suficiente para não se tornar um desfile de referências ao original. O Diabo Veste Prada 2 não precisava existir. Mas existindo, chegou com algo real pra dizer – e isso, em 2026, já é mais do que a maioria.
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Emily Blunt revela que tinha medo de Meryl Streep no set de ‘O Diabo Veste Prada’
Em entrevista de divulgação da sequência, as atrizes confirmaram que Meryl Streep mantinha distância deliberada dos colegas para preservar a autoridade da personagem
Quase duas décadas depois das filmagens do primeiro O Diabo Veste Prada, Emily Blunt confirmou o que muita gente já desconfiava: Meryl Streep era uma presença intimidadora no set. Em entrevista ao programa SiriusXM Front Row com Andy Cohen, ao lado de Anne Hathaway e Stanley Tucci, Emily contou que a colega estava tão imersa no universo de Miranda Priestly que a convivência nos bastidores tinha uma tensão muito particular.
“No primeiro filme, eu estava com bastante medo porque sentia que você estava em uma zona”, disse Emily diretamente para Meryl, que confirmou sem cerimônia: “Ah, sim. Eu estava nessa zona.” Emily foi mais longe e batizou o estado de espírito da colega de “zona Miranda” – uma distância calculada que não era exatamente frieza, mas também não era a Meryl de sempre. “Não era impenetrável. A gente conseguia chegar e contar uma história engraçada, mas você não fazia aquela risada extraordinária que eu normalmente ouvia”, lembrou.
Em entrevista separada, Meryl explicou que o distanciamento não era método puro, era estratégia deliberada para sustentar a autoridade de Miranda Priestly em cena. A atriz mencionou que conversou sobre isso com Greta Gerwig, que descreveu uma lógica parecida na direção: “Elas meio que não querem você na festa da equipe. Você precisa de uma pequena barreira para parecer a chefe.”
O Diabo Veste Prada 2 estreia nos cinemas em 30 de abril com elenco original completo – Meryl, Anne, Emily e Stanley Tucci – e adições como Justin Theroux, Kenneth Branagh e Lady Gaga. O primeiro trailer do filme acumulou 222 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas, recorde da 20th Century Studios.
Emily Blunt, que era praticamente desconhecida do grande público quando o original foi lançado, disse à ELLE que o papel abriu portas para personagens com mais camadas, e a tirou do caminho das mocinhas de época britânicas. Duas décadas depois, ela voltou ao set. E, segundo as entrevistas de divulgação, a zona Miranda voltou junto.
Assista ao trailer:
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Anne Hathaway confirma que ‘O Diário da Princesa 3’ está em desenvolvimento
Em entrevista à Entertainment Weekly, Anne Hathaway garantiu que o roteiro está em desenvolvimento – e a autora dos livros já entregou que o elenco original volta todo
Anne Hathaway confirmou que O Diário da Princesa 3 está em desenvolvimento ativo. Em entrevista à Entertainment Weekly ao lado de Meryl Streep, durante a temporada de divulgação de O Diabo Veste Prada 2, a atriz disse que o projeto avança de forma constante – mas ainda sem luz verde da Disney nem roteiro fechado.
“Cem por cento, a gente está constantemente trabalhando nisso”, afirmou Hathaway, explicando que as gravações do novo filme da Miranda Priestly tomaram conta do segundo semestre de 2025 e tornaram impossível tocar os dois projetos ao mesmo tempo. Com O Diabo Veste Prada 2 chegando aos cinemas em 1º de maio, ela sinalizou que a intenção agora é voltar a Genóvia. “A preferência é fazer O Diário da Princesa como o próximo”, disse, mas foi direta ao conter o hype: “As expectativas são muito altas, e se você vai fazer, tem que arrasar.” Streep, ao lado, concordou.

Quem não mediu as palavras foi Meg Cabot. A autora dos livros foi ao BookCon de Nova York no último sábado e confirmou que o elenco inteiro retorna: Robert Schwartzman está dentro, assim como Chris Pine – “embora ele diga que não, mas ele está”, garantiu Cabot. A diretora confirmada é Adele Lim, de Podres de Ricos, anunciada para o projeto em outubro de 2024.
O único ponto em aberto é o retorno de Julie Andrews, que já declarou publicamente não esperar participar de uma terceira parte. Hathaway não abordou o assunto na entrevista, mas prometeu que o roteiro segue sendo lapidado. Ter Cabot entregando nomes no maior evento literário dos Estados Unidos é o sinal mais concreto em anos de que o projeto saiu do modo “estamos trabalhando nisso”.
