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Diddy é acusado de ato sexual com camiseta de Notorious B.I.G. em novo processo por agressão

Processo civil detalha episódio de 2020, acusa oferta de cetamina e relembra suposta tentativa de sexo oral em 2005; defesa nega

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Sean “Diddy” Combs mal saiu do julgamento criminal que o condenou por transporte de pessoas para prostituição, e já encara outro front judicial. Segundo documentos obtidos pelo TMZ, um denunciante anônimo afirma que, em setembro de 2020, durante uma audição ligada a um projeto póstumo de Notorious B.I.G., o magnata o levou a um galpão em Los Angeles, distribuiu cetamina para quem estava presente e, em seguida, praticou atos sexuais bizarros. O produtor teria escolhido uma camiseta histórica de Biggie, iniciado a masturbação diante do visitante e, após ejacular sobre a peça, atirou-a sobre o peito e o braço do convidado, espalhando sêmen “dos ombros até a cintura”.

O processo acrescenta um episódio anterior, de 2005, no qual Combs teria pressionado o mesmo homem a praticar sexo oral. Por isso, o músico é acusado de agressão sexual e sofrimento emocional intencional; o valor da indenização será definido em juízo.

A equipe de Combs rebateu em nota ao Page Six: “Essas histórias escabrosas não passam de invenções para arrancar dinheiro. O Sr. Combs nunca traficou ou abusou de ninguém e vai provar isso quantas vezes for necessário”.

Contexto: condenação e risco de até 20 anos

No fim de junho, um júri federal declarou Diddy culpado em duas acusações de transporte de mulheres para prostituição (pena máxima de 10 anos por conta). Foi absolvido de associação criminosa e das duas imputações mais graves de tráfico sexual por força ou fraude.

O juiz negou fiança de US$ 1 milhão; a audiência de sentença está marcada para 3 de outubro, mas a defesa tenta antecipar. Se receber teto de punição, o empresário pode chegar aos 20 anos de cadeia. Fora da esfera penal, Combs soma processos civis milionários — o mais notório resultou em acordo de US$ 20 milhões com a ex-namorada Cassie Ventura, em 2023.

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