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Séries

“Euphoria”: terceira temporada estreia em 2026 com salto no tempo e tom mais sombrio

Zendaya, Jacob Elordi e cia. voltam em uma temporada mais sombria e madura

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Depois de uma longa espera, a terceira temporada de Euphoria finalmente tem previsão de estreia – e promete virar a série de cabeça pra baixo. Segundo o ator Jacob Elordi, que vive Nate Jacobs, os novos episódios estão “incríveis” e trarão mudanças drásticas na jornada dos personagens. A declaração foi feita durante o baile anual do Museu da Academia, em entrevista à Variety, onde o astro adiantou que “o público vai se surpreender com o que vem por aí”.

De acordo com o chefe da HBO, Casey Bloys, os novos episódios devem estrear no outono de 2026. A demora tem explicação: as greves de roteiristas e atores em 2023, a morte precoce de Angus Cloud (o querido Fezco) e o desejo do criador Sam Levinson de reescrever os roteiros sozinho atrasaram a produção. A Elle confirmou que as filmagens foram retomadas e que o elenco principal já está de volta aos estúdios.

E, sim, Euphoria vai dar um salto temporal. Nada de corredores de ensino médio: na nova fase, Rue, Cassie, Nate e cia. estarão enfrentando a vida adulta, com novas responsabilidades, relacionamentos e dilemas – uma proposta que a Teen Vogue descreveu como “um recomeço emocional e visual da série”.

Zendaya, Sydney Sweeney, Maude Apatow e Hunter Schafer voltam ao elenco, enquanto novos nomes entram pra deixar tudo ainda mais intenso. Entre eles, a atriz Natasha Lyonne (Boneca Russa), o cineasta Eli Roth (O Albergue) e a influenciadora Trisha Paytas, que estreia em produções da HBO, segundo a Entertainment Weekly.

Já o tom dos novos episódios deve ser completamente diferente. Sam Levinson revelou à imprensa que a terceira temporada terá uma estética inspirada em film noir, com uma atmosfera mais sombria, adulta e introspectiva. “É sobre o que significa crescer em um mundo que te cobra tudo, mas não te ensina nada”, disse ele.

No fim, a mensagem é clara: Euphoria está pronta pra amadurecer junto com seu público.

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Séries

“Off Campus: Amores Improváveis” é exatamente o que uma série de romance deveria ser

A adaptação da saga de Elle Kennedy chega ao Prime Video e entrega o romance universitário que os fãs mereciam – com algumas surpresas no caminho

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Off Campus: Amores Improváveis chegou ao Prime Video no dia 13 de maio com todos os oito episódios da primeira temporada disponíveis de uma vez – o que, convenhamos, foi ao mesmo tempo um presente e uma cilada, porque ninguém parou depois do segundo. A série criada pela showrunner Louisa Levy adapta O Acordo, primeiro livro da saga da autora canadense Elle Kennedy, e acompanha Hannah Wells (Ella Bright), estudante de música da fictícia Universidade Briar, e Garrett Graham (Belmont Cameli), capitão do time de hóquei que vai mal em filosofia. Os dois fazem um acordo: ela o ajuda a recuperar as notas, ele a ajuda a conquistar o músico Justin. Quem já leu o livro sabe exatamente onde isso vai parar. Quem não leu, percebe no fim do primeiro episódio.

A grande aposta de Off Campus é química, e ela entrega. Belmont Cameli e Ella Bright têm uma interação que não parece fingida – cada troca entre Garrett e Hannah parece genuína, um pouco desajeitada do jeito certo, sem o esforço visível que às vezes aparece em adaptações de romance quando os atores tentam demais convencer.


A direção aposta em planos médios e reações, deixando os rostos contarem mais do que os diálogos, o que funciona muito bem nos momentos de tensão não resolvida, que são muitos. A série também acerta ao construir o universo do hóquei e da música de forma equilibrada, sem deixar nenhuma das duas ficar em segundo plano. Hannah tem uma jornada própria com a composição que vai além de ser a garota que o protagonista gosta, e isso faz diferença.

As mudanças em relação ao livro: o que funcionou

Quem leu O Acordo vai notar as diferenças logo nas primeiras cenas. O Justin dos livros era jogador de futebol americano; na série, ele é músico e lidera a banda After Hours, o que dá muito mais coerência ao interesse de Hannah por ele. O primeiro beijo de Hannah com outra pessoa também muda – no livro era com um personagem sem peso na trama, na série é com Logan, que tem um crush não resolvido pela protagonista, criando uma camada a mais para a temporada toda.


A série também antecipa o desenvolvimento de Dean e Allie, casal do terceiro livro da franquia, o que dividiu os fãs: parte ficou animada em ver mais desse casal logo, outra parte sentiu que isso tira o protagonismo que seria deles na terceira temporada. A questão é que a dinâmica entre eles é tão boa que é difícil reclamar muito enquanto assiste.

Off Campus não desvia dos temas difíceis do livro. O passado de Hannah, que foi drogada e estuprada no ensino médio, é tratado com cuidado e tempo de tela suficiente, o que de fato acrescente boas camadas aos episódios. A série conecta esse trauma diretamente à dificuldade da personagem de acessar a música pop e escrever letras, uma mudança em relação ao livro que aprofunda quem Hannah é antes mesmo de Garrett entrar na história.


Garrett também carrega o peso de um pai abusivo e o medo de repetir padrões – e a cena em que os dois confrontam essas questões juntos é um dos pontos mais fortes da temporada. O diálogo pode soar truncado em alguns momentos, e isso é verdade em alguns episódios do meio da temporada, mas raramente atrapalha o ritmo geral.

O que vem pela frente

Já renovada para a segunda temporada antes mesmo da estreia, Off Campus deixa bastante material aberto para o futuro. A introdução de Grace Ivers (India Fowler, anunciada para a próxima temporada) sugere que Logan e sua história com a personagem do segundo livro da saga devem ser o foco a seguir. Dean e Allie também terminam a temporada num ponto que pede continuação urgente.


A série claramente foi pensada no modelo antológico ao estilo Bridgerton – cada casal ganha seu momento, mas os personagens não desaparecem depois. Se Off Campus mantiver essa qualidade de construção de elenco secundário, o modelo pode funcionar muito bem. Por ora, Hannah e Garrett entregaram o suficiente para garantir que a gente vai estar aqui quando a segunda temporada chegar.

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Terceira temporada de ‘Euphoria’: o que aconteceu com Rue no final do quinto episódio?

O episódio colocou Rue na situação mais extrema da série até agora, e ainda encontrou espaço para uma sequência com Cassie em proporções gigantescas

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ALERTA DE SPOILERS

O quinto episódio da terceira temporada de Euphoria, exibido na noite de domingo (11) pela HBO e Max, terminou com Rue Bennett enterrada até o pescoço enquanto Alamo galopava em sua direção a cavalo – e a cena cortou para o preto. A pergunta “será que ela sobrevive?” passou o resto da madrugada circulando em cada canto da internet.

Ao longo do episódio, Rue segue tentando equilibrar sua atuação como informante da DEA com a rotina cada vez mais tensa no clube de Alamo. Quando Magick encontra drogas que ela havia escondido anteriormente, Alamo começa a desconfiar de sua lealdade. A partir daí, é uma contagem regressiva.


Bishop e G levam Rue para um local isolado e a obrigam a cavar uma espécie de cova. Na manhã seguinte, Alamo aparece a cavalo, segurando um taco de polo, galopando em direção à cabeça dela enquanto ela grita. Ainda restam três episódios na temporada, incluindo um finale que a HBO promete ser o mais longo da história da série – e a sensação de risco nunca pareceu tão real quanto aqui.

Enquanto Rue cavava sua potencial sepultura, o episódio entregou uma das sequências mais radicais da história de Euphoria. Cassie literalmente cresce até proporções gigantescas depois de encarar o fluxo interminável de pedidos online, pisando em uma versão falsa de Los Angeles num figurino de oncinha rasgado. Maddy, por sua vez, surge cada vez mais calculista, pressionando Cassie a assinar contratos e avançando sua carreira de atuação sem deixar a emoção atrapalhar o plano de negócios.

O que vem a seguir

Com três episódios restantes, Euphoria chegou ao ponto sem volta da temporada. Rue está encurralada entre a DEA, Alamo e os próprios sentimentos por Jules. Cassie está perdida entre a fama, Nate e a ilusão de que Brandon Fontaine representa algo real. E Maddy, que passou duas temporadas sendo tratada como coadjuvante, surge como a personagem mais estratégica da história – o que a série demorou três temporadas para mostrar com clareza.

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La Casa de Papel terá continuação, confirma Netflix; veja o teaser

Anunciado durante evento em Sevilha com macacões e Bella Ciao, o novo projeto não teve formato revelado – mas o teaser já aqueceu os fãs

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A Netflix confirmou neste sábado (9) que o universo de La Casa de Papel vai continuar. O anúncio foi feito durante um evento em Sevilha, na Espanha, e veio acompanhado de um teaser que mistura cenas icônicas da série original com uma mensagem direta: a revolução não acabou. O que exatamente vem a seguir, a plataforma não revelou.

O evento contou com uma ação presencial no rio Guadalquivir: participantes com os famosos macacões vermelhos e máscaras de Salvador Dalí enquanto Bella Ciao tocava para o público. No teaser divulgado depois nas redes sociais, cenas dos assaltos à Casa da Moeda e ao Banco da Espanha surgem em ritmo acelerado antes de uma máscara de Dalí dourada dominar a tela – e uma barra de ouro sendo desenterrada no plano final.


Vale lembrar que em 15 de maio, Berlim e a Dama com Arminho – segunda temporada do spin-off protagonizado por Pedro Alonso – estreia na Netflix, com o personagem planejando um novo golpe ambientado em Sevilha, cronologicamente situado antes dos eventos da série original.

O que exatamente vem por aí ainda é incógnita. A Netflix não esclareceu se o projeto será uma continuação da trama original, um novo spin-off ou uma história com personagens inéditos. Nas redes, os fãs já elegeram seus favoritos para o retorno: Álvaro Morte como O Professor e Itziar Ituño como Lisboa lideram a lista. A máscara dourada e o ouro sendo desenterrado também deram o que falar: a nova história giraria em torno das toneladas retiradas do Banco da Espanha?

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