Connect with us

Séries

La Casa de Papel terá continuação, confirma Netflix; veja o teaser

Anunciado durante evento em Sevilha com macacões e Bella Ciao, o novo projeto não teve formato revelado – mas o teaser já aqueceu os fãs

Published

on

A Netflix confirmou neste sábado (9) que o universo de La Casa de Papel vai continuar. O anúncio foi feito durante um evento em Sevilha, na Espanha, e veio acompanhado de um teaser que mistura cenas icônicas da série original com uma mensagem direta: a revolução não acabou. O que exatamente vem a seguir, a plataforma não revelou.

O evento contou com uma ação presencial no rio Guadalquivir: participantes com os famosos macacões vermelhos e máscaras de Salvador Dalí enquanto Bella Ciao tocava para o público. No teaser divulgado depois nas redes sociais, cenas dos assaltos à Casa da Moeda e ao Banco da Espanha surgem em ritmo acelerado antes de uma máscara de Dalí dourada dominar a tela – e uma barra de ouro sendo desenterrada no plano final.


Vale lembrar que em 15 de maio, Berlim e a Dama com Arminho – segunda temporada do spin-off protagonizado por Pedro Alonso – estreia na Netflix, com o personagem planejando um novo golpe ambientado em Sevilha, cronologicamente situado antes dos eventos da série original.

O que exatamente vem por aí ainda é incógnita. A Netflix não esclareceu se o projeto será uma continuação da trama original, um novo spin-off ou uma história com personagens inéditos. Nas redes, os fãs já elegeram seus favoritos para o retorno: Álvaro Morte como O Professor e Itziar Ituño como Lisboa lideram a lista. A máscara dourada e o ouro sendo desenterrado também deram o que falar: a nova história giraria em torno das toneladas retiradas do Banco da Espanha?

Advertisement
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Séries

Terceira temporada de ‘Euphoria’: o que aconteceu com Rue no final do quinto episódio?

O episódio colocou Rue na situação mais extrema da série até agora, e ainda encontrou espaço para uma sequência com Cassie em proporções gigantescas

Published

on

ALERTA DE SPOILERS

O quinto episódio da terceira temporada de Euphoria, exibido na noite de domingo (11) pela HBO e Max, terminou com Rue Bennett enterrada até o pescoço enquanto Alamo galopava em sua direção a cavalo – e a cena cortou para o preto. A pergunta “será que ela sobrevive?” passou o resto da madrugada circulando em cada canto da internet.

Ao longo do episódio, Rue segue tentando equilibrar sua atuação como informante da DEA com a rotina cada vez mais tensa no clube de Alamo. Quando Magick encontra drogas que ela havia escondido anteriormente, Alamo começa a desconfiar de sua lealdade. A partir daí, é uma contagem regressiva.


Bishop e G levam Rue para um local isolado e a obrigam a cavar uma espécie de cova. Na manhã seguinte, Alamo aparece a cavalo, segurando um taco de polo, galopando em direção à cabeça dela enquanto ela grita. Ainda restam três episódios na temporada, incluindo um finale que a HBO promete ser o mais longo da história da série – e a sensação de risco nunca pareceu tão real quanto aqui.

Enquanto Rue cavava sua potencial sepultura, o episódio entregou uma das sequências mais radicais da história de Euphoria. Cassie literalmente cresce até proporções gigantescas depois de encarar o fluxo interminável de pedidos online, pisando em uma versão falsa de Los Angeles num figurino de oncinha rasgado. Maddy, por sua vez, surge cada vez mais calculista, pressionando Cassie a assinar contratos e avançando sua carreira de atuação sem deixar a emoção atrapalhar o plano de negócios.

O que vem a seguir

Com três episódios restantes, Euphoria chegou ao ponto sem volta da temporada. Rue está encurralada entre a DEA, Alamo e os próprios sentimentos por Jules. Cassie está perdida entre a fama, Nate e a ilusão de que Brandon Fontaine representa algo real. E Maddy, que passou duas temporadas sendo tratada como coadjuvante, surge como a personagem mais estratégica da história – o que a série demorou três temporadas para mostrar com clareza.

Continue Reading

Séries

‘Euphoria’ só tem funcionado quando Rue está em cena

O quarto capítulo da terceira temporada de ‘Euphoria’ troca o impulso do casamento sangrento por uma cadência irregular – e só Zendaya mantém a série de pé

Published

on

Depois do casamento caótico e sangrento do terceiro episódio, Euphoria voltou neste domingo (4) com Kitty Likes to Dance – e o quarto episódio da terceira temporada faz exatamente o que o título sugere: dança no lugar.

O único salva-vidas chama-se Zendaya

Rue agora é informante da DEA. A menina que passou duas temporadas fugindo de qualquer responsabilidade está carregando pílulas substituídas por açúcar e laxante no bolso, com um app de monitoramento no celular. A situação é absurda no sentido certo – e Zendaya entrega cada camada disso com uma precisão que já justificaria guardar o Emmy.


A cena no Silver Slipper, em que Rue tenta agir com naturalidade enquanto o Alamo faz perguntas e a Magick levanta suspeitas, é genuinamente tensa. Rosalía tem um papel mais substancial desta vez, e funciona. O problema vem depois: o clube é explodido por um assalto a mão armada que resolve o problema narrativo da Rue de forma conveniente demais. Quando o episódio desvia os olhos dela, o ritmo desaba.

Cassie e o sonho americano

O arco da Cassie é, ao mesmo tempo, o mais funcional e o mais frustrante do episódio. Ela e a Maddy aparecem na festa do influencer Brandon Fontaine para conseguir visibilidade pro OnlyFans – uma versão mais cínica das festas de ensino médio das primeiras temporadas, mesma energia, outras apostas.


O problema não está na cena, está no que ela revela: a Cassie que chorava em banheiros por amor agora decide, com frieza calculada, qual câmera vai olhar enquanto aparece num vídeo com um desconhecido. A série ainda não deixou claro se está julgando essa trajetória ou apenas documentando.

Nate e Jules não chegam a lugar nenhum

Nate é o buraco negro narrativo da temporada. Jacob Elordi faz o que pode numa cena em que o personagem implora por aprovação num conselho de planejamento urbano – a cena pousa como comédia involuntária, e não a boa.


Quatro episódios já rodaram sem um único momento de virada real para o personagem. Jules aparece brevemente para sabotar um trabalho, destruir uma pintura com tinta vermelha e custar mais de 200 mil dólares em atrasos de produção para a Lexi. Há uma leitura meta sobre o histórico caótico de Sam Levinson na HBO, mas é um detalhe que não substitui desenvolvimento de personagem.

O que fica, o que falta

A introdução de Kitty como substituta direta da Angel no clube é perturbadora num registro que a série sabe trabalhar quando não exagera. A cena em que Rue assiste tudo pelo monitor é um dos poucos minutos em que Euphoria lembra por que chegou até aqui.

Mas o problema estrutural da temporada fica cada vez mais exposto: personagens demais se movendo em velocidades incompatíveis, sem nenhum fio que amarre. Rue carrega o peso sozinha, Cassie tem um arco que cresce, e o restante do elenco parece aguardar o roteiro decidir o que fazer com ele.

Com quatro episódios pela frente, a questão não é mais se as histórias vão se conectar – é se o tempo que sobrou vai dar para isso importar.

Continue Reading

Séries

Gen V cancelada: o que acontece com os personagens agora

Published

on

A Prime Video confirmou no dia 24 de abril que Gen V não terá uma terceira temporada. O spin-off universitário de The Boys, que estreou em 2023 e voltou com sua segunda temporada entre setembro e outubro de 2025, foi encerrado sem que a Amazon apresentasse qualquer justificativa pública.

Os produtores executivos Eric Kripke e Evan Goldberg se pronunciaram em nota conjunta garantindo que os personagens da série aparecerão nos episódios finais de The Boys e em outros projetos do universo Vought. A promessa é de continuidade, não de despedida definitiva. Jaz Sinclair e London Thor, que interpretaram Marie Moreau e Jordan Li, já aparecem em material promocional da quinta temporada de The Boys, confirmando que parte do elenco de Gen V vai figurar na reta final da série principal.

Nos bastidores, os números ajudam a explicar a decisão. A segunda temporada estreou com 424 milhões de minutos assistidos na primeira semana, entrando no top 10 da Nielsen, mas não voltou ao ranking pelo restante da temporada, com uma única exceção. Kripke havia deixado claro, ainda em outubro de 2025, que a renovação dependia dos resultados. Os custos de produção, estimados em US$ 10 milhões por episódio, também pesaram na conta.

Quem quiser mais do universo vai ter de esperar por Vought Rising, precuela ambientada nos anos 1950 prevista para 2027, e por The Boys: Mexico, ainda em desenvolvimento. Godolkin fecha as portas, mas o Vought segue de pé.

Continue Reading

Em alta

© 2025 Domínio Creative Content. Todos os direitos reservados.