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Os 10 melhores filmes de 2025

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O ano de 2025 chegou ao fim com uma safra cinematográfica que surpreendeu até os espectadores mais exigentes. Entre sequências que honraram suas franquias, apostas autorais ousadas e blockbusters que reconquistaram a confiança do público nas salas de cinema, tivemos de tudo um pouco – e o melhor é que deu para sentir que Hollywood (e o Brasil, diga-se) ainda sabem fazer filmes que importam. Se você passou o ano scrollando sem saber o que assistir, respire fundo: a lista que preparamos vai resolver essa indecisão de uma vez por todas.

10. F1 – O Filme

F1: O Filme provou que Joseph Kosinski, diretor de Top Gun: Maverick, é um dos cineastas mais consistentes de sua geração quando o assunto é adrenalina. Brad Pitt interpreta Sonny Hayes, um piloto aposentado que volta às pistas para guiar um jovem talento interpretado por Damson Idris. Com filmagens em pistas reais da Fórmula 1 como Silverstone, Monza e Spa, e foco em efeitos práticos, o filme transporta o espectador para dentro dos cockpits de uma forma que nenhuma transmissão de TV jamais conseguiu.

9. Wicked – Parte 2

Wicked – Parte 2 chegou para concluir a adaptação cinematográfica do musical da Broadway, e Cynthia Erivo e Ariana Grande mais uma vez provaram ser a escolha perfeita para Elphaba e Glinda. O filme arrecadou 468 milhões de dólares mundialmente, consolidando-se como um dos musicais mais lucrativos da história. Embora algumas críticas apontem que o segundo ato do musical não tinha tantas músicas memoráveis quanto o primeiro, a atuação de Ariana Grande é o ponto alto da sequência, com a atriz finalmente assumindo o protagonismo que sua personagem merecia. A performance de Erivo durante o número No Good Deed já está sendo cotada para o Oscar.

8. Zootopia 2

Enquanto isso, a Disney mostrou que ainda sabe fazer animações que encantam todas as idades com Zootopia 2. O filme recebeu críticas positivas e arrecadou 1,137 bilhão de dólares, tornando-se o segundo maior sucesso de bilheteria de 2025. A dupla Judy Hopps e Nick Wilde voltou nove anos depois do original para enfrentar um mistério envolvendo uma cobra chamada Gary De’Snake, com as vozes de Ginnifer Goodwin, Jason Bateman e o vencedor do Oscar Ke Huy Quan. Com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes, a sequência provou que a Disney ainda consegue entregar mensagens sobre diversidade e aceitação sem parecer que está dando uma aula chata.

7. Superman

James Gunn finalmente entregou sua visão para o Superman, e o resultado foi um sopro de esperança em meio ao cansaço de filmes de super-heróis. Com David Corenswet como Clark Kent, o longa reinicia o universo cinematográfico da DC com uma visão de esperança e ideais tradicionais num mundo cínico. O filme alcançou 83% de aprovação no Rotten Tomatoes e gerou conversas intermináveis sobre o que significa ser um herói nos dias de hoje. Não é hipérbole dizer que Gunn conseguiu algo que parecia impossível: fazer o público se importar novamente com o Homem de Aço.

6. Premonição 6 – Laços de Sangue

O filme ressuscitou a saga que traumatizou uma geração inteira com suas mortes elaboradas. O sexto filme da série foi o mais bem avaliado de todos, com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, e trouxe uma premissa que expandiu a mitologia: uma estudante universitária herda visões de uma premonição de 1969 que salvou sua avó de um desastre em um arranha-céu, mas agora a Morte vem cobrar a conta de toda a família. O filme arrecadou 315,8 milhões de dólares mundialmente, provando que o público ainda adora assistir à Morte criando armadilhas elaboradas – agora com uma dose extra de emoção familiar que surpreendeu até os fãs mais céticos.

5. Marty Supreme

Josh Safdie, um dos irmãos por trás de Uncut Gems, voou solo com Marty Supreme, e o resultado é tão caótico e eletrizante quanto se esperava. Timothée Chalamet interpreta Marty Mauser, um prodígio do tênis de mesa nos anos 1950, livremente inspirado no jogador real Marty Reisman. Em quase duas horas e meia de pura adrenalina, Chalamet entrega o que muitos críticos estão chamando de a performance definitiva de sua carreira. O filme recebeu três indicações no Globo de Ouro, incluindo Melhor Filme de Comédia ou Musical e Melhor Ator para Chalamet. Gwyneth Paltrow retorna às telas após sete anos de ausência em um papel coadjuvante que lembra por que ela ganhou um Oscar, e Odessa A’zion surge como um talento emergente que promete dar o que falar nos próximos anos.

4. A Hora do Mal

Zach Cregger, que havia conquistado o público com Noites Brutais em 2022, voltou com ainda mais ambição em A Hora do Mal. O filme acompanha o caso de dezessete crianças de uma mesma turma que misteriosamente fogem de suas casas às 2h17 da manhã na mesma noite. Com um elenco estelar incluindo Julia Garner, Josh Brolin e Alden Ehrenreich, o longa alcançou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes e foi celebrado por sua estrutura narrativa em múltiplas perspectivas. A produção arrecadou 268 milhões de dólares contra um orçamento de 38 milhões, consolidando Cregger como um dos nomes mais promissores do terror contemporâneo.

3. Uma Batalha Após a Outra

Paul Thomas Anderson fez algo que ninguém esperava: um filme de ação épico com Leonardo DiCaprio. Uma Batalha Após a Outra é uma comédia de ação inspirada no romance Vineland de Thomas Pynchon, sobre um ex-revolucionário forçado a voltar à sua vida combativa quando ele e sua filha são perseguidos por um oficial militar corrupto. O filme foi rodado em VistaVision, tornando-se uma das primeiras produções a usar esse formato para filmagens principais desde os anos 1960. DiCaprio nunca foi tão engraçado em um filme, passando a maior parte da trama em um roupão xadrez tentando encontrar sua filha desaparecida, enquanto Sean Penn entrega um vilão aterrorizante como o Coronel Steven J. Lockjaw. O filme apareceu em mais listas de “melhores do ano” da crítica do que qualquer outro filme de 2025, incluindo o maior número de primeiros lugares.

2. O Agente Secreto

E finalmente chegamos ao filme que fez o Brasil inteiro estufar o peito de orgulho. O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, conquistou os prêmios de Melhor Ator para Wagner Moura e Melhor Diretor no Festival de Cannes, além do Prêmio FIPRESCI da competição oficial. Ambientado em Recife em 1977, durante a ditadura militar, o filme acompanha Marcelo, um professor e especialista em tecnologia que tenta fugir de um passado violento enquanto é perseguido por assassinos de aluguel. O filme foi eleito o melhor de 2025 pelo The Hollywood Reporter, com a crítica descrevendo-o como “uma obra-prima repleta de generosas notas de humor absurdo, reflexões assombrosas sobre história e memória”. No Globo de Ouro 2026, foi indicado em três categorias, incluindo Melhor Filme em Drama e Melhor Ator em Drama, tornando-se o primeiro filme brasileiro a ser indicado nessas categorias.

A recriação minuciosa do Recife dos anos 1970, o Cinema São Luiz como cenário central, e a performance contida mas devastadora de Wagner Moura transformam O Agente Secreto em muito mais do que um thriller político: é uma reflexão sobre memória, apagamento e as feridas que o Brasil ainda carrega. O filme foi escolhido para representar o Brasil na 98ª cerimônia do Oscar, e desta vez, diferente de Aquarius e Bacurau, as chances de uma indicação parecem mais concretas do que nunca.

1. Pecadores

Ryan Coogler provou que consegue transformar qualquer gênero em uma experiência cinematográfica poderosa. Com Pecadores, o diretor de Pantera Negra entregou um filme de vampiros ambientado no Mississippi dos anos 1930, explorando as raízes do blues e o terror do racismo durante as leis Jim Crow. Michael B. Jordan brilha em papel duplo como os irmãos gêmeos Smoke e Stack Moore, que retornam à sua cidade natal com dinheiro ilícito para abrir um clube de blues. O filme conquistou 98% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes e arrecadou mais de 200 milhões de dólares mundialmente. A combinação de horror sobrenatural com alegoria social fez de Pecadores não apenas um sucesso comercial, mas um fenômeno cultural que divide plateias e aquece debates até hoje.

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O Diabo Veste Prada 2 é melhor do que você esperava – e por um motivo surpreendente

Andy e Miranda voltam 20 anos depois para discutir o que o cinema raramente toca: o colapso do jornalismo e o que resta das pessoas que construíram impérios nele.

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O Diabo Veste Prada 2 chegou aos cinemas brasileiros em 30 de abril carregando o peso de uma das maiores perguntas de 2026: dá pra continuar uma história que todo mundo já sabe de cor sem trair o original? A resposta, com 20 anos de distância e um mundo diferente como pano de fundo, é sim – e de um jeito que poucos esperavam.

ALERTA DE SPOILERS ABAIXO

Dirigido novamente por David Frankel, com roteiro de Aline Brosh McKenna, o filme reúne Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci numa trama que usa a crise do jornalismo impresso como gatilho para explorar algo mais interessante: o que acontece com as pessoas que constroem um império quando o chão some debaixo dos pés.


Andy Sachs agora é uma jornalista premiada no New York Vanguard, exatamente o tipo de carreira séria que ela sempre quis quando torcia o nariz pra Runway lá em 2006. Aí vem a demissão, por mensagem de texto, durante uma noite de premiação. O filme praticamente abre com essa cena, e é nesse momento que O Diabo Veste Prada 2 deixa de ser uma homenagem ao passado e vira algo com coisas reais pra dizer.

Andy volta à Runway não por redenção ou nostalgia, mas porque precisa do emprego. Miranda também não está em posição cômoda: a revista migrou para o digital, os investidores querem métricas antes de opinião, e o personagem de B.J. Novak representa tudo o que está destruindo o jornalismo com planilha e sorriso. A dinâmica entre as duas funciona porque nenhuma delas virou outra pessoa. Andy ainda acha que o jornalismo dela é mais importante que o da moda. Miranda ainda é intragável em reuniões de RH. É essa teimosia de personalidade que sustenta o filme.


A grande virada do roteiro envolve Emily Charlton – agora executiva de uma marca de luxo e responsável pelas decisões publicitárias que mantêm ou afundam a Runway. Emily Blunt entrega cada cena com precisão cômica, e a revelação de que ela é a força por trás da crise de Miranda funciona bem como engrenagem dramática. O que o filme acerta aqui é recusar o maniqueísmo: Emily não é uma vilã de cartoon, é uma mulher que chegou onde queria e ainda carrega as mesmas inseguranças de sempre, só com um orçamento maior. A sequência que ela e Andy compartilham quando a verdade vem à tona é o melhor pedaço de atuação do filme.

Uma das imagens mais inteligentes de O Diabo Veste Prada 2 é pequena: o mesmo cinto cerúleo que Miranda usou para dar uma aula sobre como a moda molda o que o mundo veste reaparece numa barraca de mercado popular. É o tipo de detalhe que funciona como crônica sem precisar de discurso. O mesmo vale para o ritual do casaco – que Miranda agora precisa pendurar sozinha, num escritório onde ninguém paralisa mais quando ela entra. Esses gestos valem mais que qualquer monólogo sobre a crise da mídia impressa.


A produção estreou com mais de US$ 233 milhões em bilheteria global no primeiro fim de semana, tornando-se um dos maiores lançamentos do ano – o que diz tanto sobre o poder da nostalgia quanto sobre a execução do filme para justificar esse retorno às salas.

O filme inteiro opera com contenção suficiente para não se tornar um desfile de referências ao original. O Diabo Veste Prada 2 não precisava existir. Mas existindo, chegou com algo real pra dizer – e isso, em 2026, já é mais do que a maioria.

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Emily Blunt revela que tinha medo de Meryl Streep no set de ‘O Diabo Veste Prada’

Em entrevista de divulgação da sequência, as atrizes confirmaram que Meryl Streep mantinha distância deliberada dos colegas para preservar a autoridade da personagem

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Quase duas décadas depois das filmagens do primeiro O Diabo Veste Prada, Emily Blunt confirmou o que muita gente já desconfiava: Meryl Streep era uma presença intimidadora no set. Em entrevista ao programa SiriusXM Front Row com Andy Cohen, ao lado de Anne Hathaway e Stanley Tucci, Emily contou que a colega estava tão imersa no universo de Miranda Priestly que a convivência nos bastidores tinha uma tensão muito particular.


“No primeiro filme, eu estava com bastante medo porque sentia que você estava em uma zona”, disse Emily diretamente para Meryl, que confirmou sem cerimônia: “Ah, sim. Eu estava nessa zona.” Emily foi mais longe e batizou o estado de espírito da colega de “zona Miranda” – uma distância calculada que não era exatamente frieza, mas também não era a Meryl de sempre. “Não era impenetrável. A gente conseguia chegar e contar uma história engraçada, mas você não fazia aquela risada extraordinária que eu normalmente ouvia”, lembrou.

Em entrevista separada, Meryl explicou que o distanciamento não era método puro, era estratégia deliberada para sustentar a autoridade de Miranda Priestly em cena. A atriz mencionou que conversou sobre isso com Greta Gerwig, que descreveu uma lógica parecida na direção: “Elas meio que não querem você na festa da equipe. Você precisa de uma pequena barreira para parecer a chefe.”


O Diabo Veste Prada 2 estreia nos cinemas em 30 de abril com elenco original completo – Meryl, Anne, Emily e Stanley Tucci – e adições como Justin Theroux, Kenneth Branagh e Lady Gaga. O primeiro trailer do filme acumulou 222 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas, recorde da 20th Century Studios.

Emily Blunt, que era praticamente desconhecida do grande público quando o original foi lançado, disse à ELLE que o papel abriu portas para personagens com mais camadas, e a tirou do caminho das mocinhas de época britânicas. Duas décadas depois, ela voltou ao set. E, segundo as entrevistas de divulgação, a zona Miranda voltou junto.

Assista ao trailer:

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Anne Hathaway confirma que ‘O Diário da Princesa 3’ está em desenvolvimento

Em entrevista à Entertainment Weekly, Anne Hathaway garantiu que o roteiro está em desenvolvimento – e a autora dos livros já entregou que o elenco original volta todo

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Anne Hathaway confirmou que O Diário da Princesa 3 está em desenvolvimento ativo. Em entrevista à Entertainment Weekly ao lado de Meryl Streep, durante a temporada de divulgação de O Diabo Veste Prada 2, a atriz disse que o projeto avança de forma constante – mas ainda sem luz verde da Disney nem roteiro fechado.

“Cem por cento, a gente está constantemente trabalhando nisso”, afirmou Hathaway, explicando que as gravações do novo filme da Miranda Priestly tomaram conta do segundo semestre de 2025 e tornaram impossível tocar os dois projetos ao mesmo tempo. Com O Diabo Veste Prada 2 chegando aos cinemas em 1º de maio, ela sinalizou que a intenção agora é voltar a Genóvia. “A preferência é fazer O Diário da Princesa como o próximo”, disse, mas foi direta ao conter o hype: “As expectativas são muito altas, e se você vai fazer, tem que arrasar.” Streep, ao lado, concordou.


Quem não mediu as palavras foi Meg Cabot. A autora dos livros foi ao BookCon de Nova York no último sábado e confirmou que o elenco inteiro retorna: Robert Schwartzman está dentro, assim como Chris Pine – “embora ele diga que não, mas ele está”, garantiu Cabot. A diretora confirmada é Adele Lim, de Podres de Ricos, anunciada para o projeto em outubro de 2024.

O único ponto em aberto é o retorno de Julie Andrews, que já declarou publicamente não esperar participar de uma terceira parte. Hathaway não abordou o assunto na entrevista, mas prometeu que o roteiro segue sendo lapidado. Ter Cabot entregando nomes no maior evento literário dos Estados Unidos é o sinal mais concreto em anos de que o projeto saiu do modo “estamos trabalhando nisso”.

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