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Séries

Tom Hiddleston é o novo favorito para viver Voldemort em série de Harry Potter

Intérprete de Loki na Marvel agora é o nome mais cotado para viver o maior vilão do mundo bruxo

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A série de Harry Potter ainda nem estreou, mas a disputa pelo papel de Voldemort está mais acirrada que final da Taça das Casas. Depois de meses com Cillian Murphy reinando absoluto nas apostas, um novo nome acaba de assumir a liderança: Tom Hiddleston.

Sim, o próprio Loki do Universo Marvel agora é o favorito nas casas de apostas britânicas pra viver o maior vilão da saga. A informação é do Daily Mail, que revelou que Hiddleston ultrapassou Murphy — vencedor do Oscar por Oppenheimer — na preferência do público (e talvez dos produtores? 👀). Pra quem estava torcendo por Cillian, até o próprio Ralph Fiennes — o Voldemort original — já tinha feito campanha a favor dele. Mas o jogo virou.


Hiddleston traz uma vibe aristocrática sombria que tem tudo a ver com o Lorde das Trevas. E, sejamos sinceros, ele já tem experiência em fazer vilão carismático e cheio de discurso dramático. Ou seja: Voldemort vibes.

A disputa não para por aí. Paul Bettany (Visão), Ralph Fiennes (que ainda tem torcida pra voltar ao papel) e Benedict Cumberbatch (Doutor Estranho) completam o Top 5 dos mais cotados.

A série já anunciou seus protagonistas mirins: Dominic McLaughlin (Harry), Arabella Stanton (Hermione) e Alastair Stout (Rony), e o elenco coadjuvante tá ficando cada vez mais estrelado. John Lithgow será Dumbledore, Paapa Essiedu será Snape, e Nick Frost chega como Hagrid.

Dominic McLaughlin (Harry), Arabella Stanton (Hermione) e Alastair Stout (Rony)

A produção estreia em 2026 na Max, com uma temporada por livro. Mas até lá, segura esse feitiço de ansiedade: quem será o novo Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado?

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“Off Campus: Amores Improváveis” é exatamente o que uma série de romance deveria ser

A adaptação da saga de Elle Kennedy chega ao Prime Video e entrega o romance universitário que os fãs mereciam – com algumas surpresas no caminho

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Off Campus: Amores Improváveis chegou ao Prime Video no dia 13 de maio com todos os oito episódios da primeira temporada disponíveis de uma vez – o que, convenhamos, foi ao mesmo tempo um presente e uma cilada, porque ninguém parou depois do segundo. A série criada pela showrunner Louisa Levy adapta O Acordo, primeiro livro da saga da autora canadense Elle Kennedy, e acompanha Hannah Wells (Ella Bright), estudante de música da fictícia Universidade Briar, e Garrett Graham (Belmont Cameli), capitão do time de hóquei que vai mal em filosofia. Os dois fazem um acordo: ela o ajuda a recuperar as notas, ele a ajuda a conquistar o músico Justin. Quem já leu o livro sabe exatamente onde isso vai parar. Quem não leu, percebe no fim do primeiro episódio.

A grande aposta de Off Campus é química, e ela entrega. Belmont Cameli e Ella Bright têm uma interação que não parece fingida – cada troca entre Garrett e Hannah parece genuína, um pouco desajeitada do jeito certo, sem o esforço visível que às vezes aparece em adaptações de romance quando os atores tentam demais convencer.


A direção aposta em planos médios e reações, deixando os rostos contarem mais do que os diálogos, o que funciona muito bem nos momentos de tensão não resolvida, que são muitos. A série também acerta ao construir o universo do hóquei e da música de forma equilibrada, sem deixar nenhuma das duas ficar em segundo plano. Hannah tem uma jornada própria com a composição que vai além de ser a garota que o protagonista gosta, e isso faz diferença.

As mudanças em relação ao livro: o que funcionou

Quem leu O Acordo vai notar as diferenças logo nas primeiras cenas. O Justin dos livros era jogador de futebol americano; na série, ele é músico e lidera a banda After Hours, o que dá muito mais coerência ao interesse de Hannah por ele. O primeiro beijo de Hannah com outra pessoa também muda – no livro era com um personagem sem peso na trama, na série é com Logan, que tem um crush não resolvido pela protagonista, criando uma camada a mais para a temporada toda.


A série também antecipa o desenvolvimento de Dean e Allie, casal do terceiro livro da franquia, o que dividiu os fãs: parte ficou animada em ver mais desse casal logo, outra parte sentiu que isso tira o protagonismo que seria deles na terceira temporada. A questão é que a dinâmica entre eles é tão boa que é difícil reclamar muito enquanto assiste.

Off Campus não desvia dos temas difíceis do livro. O passado de Hannah, que foi drogada e estuprada no ensino médio, é tratado com cuidado e tempo de tela suficiente, o que de fato acrescente boas camadas aos episódios. A série conecta esse trauma diretamente à dificuldade da personagem de acessar a música pop e escrever letras, uma mudança em relação ao livro que aprofunda quem Hannah é antes mesmo de Garrett entrar na história.


Garrett também carrega o peso de um pai abusivo e o medo de repetir padrões – e a cena em que os dois confrontam essas questões juntos é um dos pontos mais fortes da temporada. O diálogo pode soar truncado em alguns momentos, e isso é verdade em alguns episódios do meio da temporada, mas raramente atrapalha o ritmo geral.

O que vem pela frente

Já renovada para a segunda temporada antes mesmo da estreia, Off Campus deixa bastante material aberto para o futuro. A introdução de Grace Ivers (India Fowler, anunciada para a próxima temporada) sugere que Logan e sua história com a personagem do segundo livro da saga devem ser o foco a seguir. Dean e Allie também terminam a temporada num ponto que pede continuação urgente.


A série claramente foi pensada no modelo antológico ao estilo Bridgerton – cada casal ganha seu momento, mas os personagens não desaparecem depois. Se Off Campus mantiver essa qualidade de construção de elenco secundário, o modelo pode funcionar muito bem. Por ora, Hannah e Garrett entregaram o suficiente para garantir que a gente vai estar aqui quando a segunda temporada chegar.

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Terceira temporada de ‘Euphoria’: o que aconteceu com Rue no final do quinto episódio?

O episódio colocou Rue na situação mais extrema da série até agora, e ainda encontrou espaço para uma sequência com Cassie em proporções gigantescas

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ALERTA DE SPOILERS

O quinto episódio da terceira temporada de Euphoria, exibido na noite de domingo (11) pela HBO e Max, terminou com Rue Bennett enterrada até o pescoço enquanto Alamo galopava em sua direção a cavalo – e a cena cortou para o preto. A pergunta “será que ela sobrevive?” passou o resto da madrugada circulando em cada canto da internet.

Ao longo do episódio, Rue segue tentando equilibrar sua atuação como informante da DEA com a rotina cada vez mais tensa no clube de Alamo. Quando Magick encontra drogas que ela havia escondido anteriormente, Alamo começa a desconfiar de sua lealdade. A partir daí, é uma contagem regressiva.


Bishop e G levam Rue para um local isolado e a obrigam a cavar uma espécie de cova. Na manhã seguinte, Alamo aparece a cavalo, segurando um taco de polo, galopando em direção à cabeça dela enquanto ela grita. Ainda restam três episódios na temporada, incluindo um finale que a HBO promete ser o mais longo da história da série – e a sensação de risco nunca pareceu tão real quanto aqui.

Enquanto Rue cavava sua potencial sepultura, o episódio entregou uma das sequências mais radicais da história de Euphoria. Cassie literalmente cresce até proporções gigantescas depois de encarar o fluxo interminável de pedidos online, pisando em uma versão falsa de Los Angeles num figurino de oncinha rasgado. Maddy, por sua vez, surge cada vez mais calculista, pressionando Cassie a assinar contratos e avançando sua carreira de atuação sem deixar a emoção atrapalhar o plano de negócios.

O que vem a seguir

Com três episódios restantes, Euphoria chegou ao ponto sem volta da temporada. Rue está encurralada entre a DEA, Alamo e os próprios sentimentos por Jules. Cassie está perdida entre a fama, Nate e a ilusão de que Brandon Fontaine representa algo real. E Maddy, que passou duas temporadas sendo tratada como coadjuvante, surge como a personagem mais estratégica da história – o que a série demorou três temporadas para mostrar com clareza.

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La Casa de Papel terá continuação, confirma Netflix; veja o teaser

Anunciado durante evento em Sevilha com macacões e Bella Ciao, o novo projeto não teve formato revelado – mas o teaser já aqueceu os fãs

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A Netflix confirmou neste sábado (9) que o universo de La Casa de Papel vai continuar. O anúncio foi feito durante um evento em Sevilha, na Espanha, e veio acompanhado de um teaser que mistura cenas icônicas da série original com uma mensagem direta: a revolução não acabou. O que exatamente vem a seguir, a plataforma não revelou.

O evento contou com uma ação presencial no rio Guadalquivir: participantes com os famosos macacões vermelhos e máscaras de Salvador Dalí enquanto Bella Ciao tocava para o público. No teaser divulgado depois nas redes sociais, cenas dos assaltos à Casa da Moeda e ao Banco da Espanha surgem em ritmo acelerado antes de uma máscara de Dalí dourada dominar a tela – e uma barra de ouro sendo desenterrada no plano final.


Vale lembrar que em 15 de maio, Berlim e a Dama com Arminho – segunda temporada do spin-off protagonizado por Pedro Alonso – estreia na Netflix, com o personagem planejando um novo golpe ambientado em Sevilha, cronologicamente situado antes dos eventos da série original.

O que exatamente vem por aí ainda é incógnita. A Netflix não esclareceu se o projeto será uma continuação da trama original, um novo spin-off ou uma história com personagens inéditos. Nas redes, os fãs já elegeram seus favoritos para o retorno: Álvaro Morte como O Professor e Itziar Ituño como Lisboa lideram a lista. A máscara dourada e o ouro sendo desenterrado também deram o que falar: a nova história giraria em torno das toneladas retiradas do Banco da Espanha?

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