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Música

Demi Lovato se recusa a repetir traumas; seu novo álbum celebra leveza, risos e recomeços

Após lutas pessoais, Demi anuncia It’s Not That Deep, sua era mais leve e dançante.

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Demi Lovato nunca foi só uma estrela em queda – ela virou símbolo vivo da própria resiliência. Depois de anos expostos de dor, recaídas e reconstruções, ela agora estreia uma era embalada por alegria. Com o lançamento do álbum It’s Not That Deep, marcado para 24 de outubro, Demi troca o peso dos traumas por batidas dançantes e leveza emocional.

A trajetória da cantora passou por tempestades que muitos lembram bem: em 2018, ela enfrentou uma overdose que quase encerrou tudo: paradas cardíaca, falência de órgãos, um verdadeiro colapso físico e simbólico. Sobreviver foi resetar toda a narrativa ao seu redor, transformar vulnerabilidade em força pública. Outros grandes nomes do pop já viveram ciclos de queda e ascensão, como Britney, Miley, Justin Bieber. Demi, porém, nunca fingiu que estava bem quando não estava: ela mostrou a luta crua, sem maquiagem.

Quando lançou Holy Fvck (2022), mergulhou em um som sombrio, visceral, que refletia turbulência interna. Mas foi nesse estúdio que conheceu Jutes, músico que viraria seu marido em 2025. O casamento trouxe uma estabilidade rara e mudou seu olhar para a música: pela primeira vez, ela não precisava provar nada através da dor.

Agora, em It’s Not That Deep, Demi entrega uma narrativa que parte da leveza. As músicas não buscam cicatrizar feridas, mas celebrar a vida – com ritmos pop, humor e ironia. O clipe de Fast, por exemplo, revisita seus próprios memes e piadas virais, transformando vulnerabilidade em catarse. Em Here All Night, ela assume um personagem para cantar sobre finais, provando que não precisa mais carregar todo peso em sua voz.


Esse giro conversa com uma nova mentalidade cultural: o público não busca mais perfeição nem tragédias sem fim, mas artistas capazes de sobreviver, rir de si mesmos e mostrar que o recomeço também pode ser leve. Demi entendeu esse código. E nesse renascimento, ela não é mais apenas sobrevivente: é alguém que decide dançar com menos peso e mais liberdade.

Música

Anitta é a primeira artista brasileira a se apresentar no SNL em mais de 50 anos de programa

Com Choka Choka e uma faixa surpresa do EQUILIBRIVM, a cantora conquistou o programa mais icônico da TV americana

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Depois de mais de 50 anos de programa e uma lista de ex-convidados que inclui praticamente todo mundo que importa na música global, o Saturday Night Live finalmente recebeu uma artista brasileira no seu palco. Anitta fez sua estreia histórica no programa na noite do último sábado (11), servindo como atração musical do episódio apresentado por Colman Domingo.

Na primeira performance, Anitta trouxe vários dançarinos para Choka Choka, parceria com Shakira lançada dias antes, embora a colombiana não tenha aparecido como surpresa no palco.


Para o segundo número, a energia mudou de registro: cercada de flores, Anitta apresentou Várias Quejas, a faixa que estava até então sem nome oficial no tracklist do EQUILIBRIVM. A cantora tinha deixado os fãs curiosos antes do programa ao dizer que cantaria uma música que ainda não tinha nome divulgado. A razão ficou clara na hora: a faixa é uma versão em espanhol de Várias Queixas, clássico do Olodum que ganhou circulação nacional pelo grupo Gilsons.


O EQUILIBRIVM, sétimo álbum de estúdio de Anitta, chega às plataformas na quinta-feira (16) e tem estrutura em dois atos: o primeiro em português, com samba, funk e influências africanas; o segundo majoritariamente em espanhol, incluindo versões de músicas do primeiro ato.

O disco também conta com participações de Liniker, Marina Sena, Luedji Luna, Os Garotin e Ebony, além da parceria com Shakira.

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Música

WOODZ, ídolo do K-Pop e ex-jogador do Corinthians, anuncia show em São Paulo em julho de 2026

O “Luizinho” do Corinthians volta ao Brasil com a turnê mundial Archive. 1 para um único show no Komplexo Tempo

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Cho Seung-youn, mais conhecido pelo nome artístico WOODZ – e carinhosamente chamado de Luizinho pelos fãs brasileiros -, acaba de confirmar seu retorno ao Brasil. O cantor sul-coreano se apresenta no dia 19 de julho, um domingo, no Komplexo Tempo, em São Paulo, como parte da 2026 WOODZ World Tour ‘Archive. 1’. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (3) pela produtora W+ Entertainment e os ingressos entram em venda já neste sábado (4), a partir das 11h (horário de Brasília), pelo site Sympla. Os valores vão de R$ 215 a R$ 1.320, com pacotes VIP que incluem sessões de foto em grupo e hi bye session com o artista.

A conexão de WOODZ com o Brasil vai muito além do palco. Na adolescência, o cantor viveu dois anos no país – um em Santos e outro em Penápolis – enquanto atuava nas categorias de base do Corinthians com o apelido de Luizinho. Ele chegou a cogitar seguir carreira no futebol, mas foi uma noite de karaokê que mudou tudo: um amigo disse que ele não sabia cantar, e aquele comentário, curiosamente, foi o empurrão que faltava para que a música virasse sua missão de vida. De lá pra cá, o artista passou pelos grupos UNIQ e X1 antes de consolidar uma carreira solo que hoje soma mais de um bilhão de streams nas plataformas digitais.


A 2026 WOODZ World Tour ‘Archive. 1’ é a segunda grande turnê mundial do artista e celebra o lançamento de Archive. 1, seu primeiro álbum de estúdio completo, que chegou em março deste ano com 17 faixas que passeiam por pop-rock, alternativo, drum’n’bass e electropop. A tour já passou por Coreia do Sul, Japão, Sudeste Asiático e Europa antes de chegar à América Latina. A última passagem de WOODZ pelo Brasil foi em 2023.

Para os MOODZ – nome oficial do fandom -, o show de julho tem um peso extra. WOODZ cumpriu seu serviço militar obrigatório na Coreia do Sul e voltou ao cenário com Drowning, single que chegou ao topo das paradas mesmo enquanto ele estava fora de circulação.

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Música

Manon remove KATSEYE de bio nas redes sociais e acende alerta no fandom

Às vésperas do lançamento de Pinky Up e do debut no Coachella, integrante em hiato desde fevereiro envia mensagem tranquilizadora – mas não revelou muito

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Nesta quinta-feira (2), uma atualização na bio do Instagram foi suficiente para colocar o fandom do KATSEYE em modo de alerta máximo. Manon Bannerman, integrante em hiato desde fevereiro, removeu o nome do grupo de seu perfil – que passa a exibir apenas “mademoiselle manzanita” – horas depois de a HYBE e a Geffen Records divulgarem os teasers de Pinky Up, primeiro single do grupo desde o início de sua pausa. A movimentação, aparentemente pequena, não passou despercebida: em questão de minutos, os termos relacionados à cantora dominaram as redes sociais e os EYEKONS passaram a debater abertamente a possibilidade de uma saída definitiva do grupo.

E ainda, no teaser de Pinky Up, programado para 9 de abril, apenas as cinco integrantes ativas aparecem – Daniela, Yoonchae, Lara, Sophia e Megan. Manon não interage com nenhuma das publicações promocionais, sem curtidas, comentários ou reposts, numa ausência que contrasta com o engajamento das demais. O lançamento chega menos de 24 horas antes do debut do grupo no Coachella, e a participação de Manon no festival segue sem confirmação oficial.


Manon respondeu às especulações por meio do Weverse, enviando uma mensagem direta para os fãs que afirma estar tendo “conversas positivas” com a HYBE e a Geffen Records e que se sente “apoiada, feliz e saudável”, prometendo compartilhar mais novidades em breve. O texto é conciliador, mas deliberadamente vago sobre prazos e detalhes – o que, para boa parte do fandom, serve de combustível a mais para as teorias em circulação.

Vale lembrar que esta não é a primeira vez que rumores de saída de Manon ganham força: no verão passado, ela já havia precisado desmentir especulações similares, afirmando que estava “nos ensaios enquanto digitava”. Desta vez, o tom é diferente – mais reflexivo e menos categórico.


O episódio reacendeu um debate que vai além da dinâmica interna do grupo. Desde o anúncio do hiato, a situação de Manon tem gerado comparações com trajetórias de outras artistas negras em girl groups internacionais, como Normani no Fifth Harmony e Leigh-Anne Pinnock no Little Mix, casos em que o isolamento dentro da formação, combinado com pressões externas, antecedeu rupturas definitivas.

O KATSEYE reconheceu publicamente milhares de incidentes de abuso online em 2025, incluindo ataques racistas direcionados a integrantes e suas famílias – e Manon, como única integrante negra do grupo, esteve no centro dessas conversas. Nenhuma relação oficial foi estabelecida entre esses episódios e sua pausa, mas o fandom não esqueceu a cronologia.

Por enquanto, o status de Manon segue tecnicamente inalterado: hiato temporário, sem prazo de retorno.

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