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Séries

Futuro de O Urso é incerto após a 5ª temporada, diz Jeremy Allen White

Protagonista revela que nem o elenco sabe se a série continuará depois da próxima temporada

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A conversa sobre o destino de “O Urso” voltou a esquentar depois de comentários recentes de Jeremy Allen White no podcast “Awards Chatter”, do The Hollywood Reporter. O ator deixou claro que, embora a quinta temporada esteja confirmada, não há nada assegurado além dela – tudo vai depender da vontade do criador Christopher Storer. “Não temos planos, neste momento, de fazer mais”, disse White, reforçando que a série não tem um destino definido.

O que torna a situação ainda mais instável é o fato de que a ideia original era encerrar a história já na quarta temporada. White revelou que Storer havia comunicado a equipe da série que aquele seria o final – até que, na véspera de Natal, mudou de ideia e decidiu seguir com novos episódios. A reviravolta inesperada, no entanto, não representa garantia de continuidade: a indefinição permanece.

Apesar da incerteza, o astro se mostrou disposto a continuar no papel de Carmy Berzatto enquanto houvesse chance. Ele ressaltou o quanto se sente grato por trabalhar com o elenco e por fazer parte de um projeto tão colaborativo. “Se dependesse de mim, eu faria isso por muito tempo”, afirmou.

Para os fãs, a mensagem é clara: há quinta temporada no horizonte, com gravações previstas para começar em janeiro de 2026. Mas além dela, o futuro de Carmy e de sua cozinha ainda está sendo decidido – e pode seguir vivo ou ser finalizado, dependendo do rumo criativo que Storer escolher. A expectativa agora é saber se a série vai encerrar seu ciclo ou ganhar mais tempo para contar histórias.

Assista ao trailer da quarta temporada de O Urso:

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Terceira temporada de ‘Euphoria’ chega neste domingo; o que podemos esperar?

Quatro anos depois, Rue, Nate, Cassie e companhia voltam – mais velhos, mais complexos e, claro, mais destruídos do que nunca

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Quatro anos é tempo suficiente pra qualquer pessoa crescer, mudar e tomar algumas decisões horríveis. É exatamente o que Euphoria promete explorar na sua terceira temporada, que estreia neste domingo (12) às 22h, disponível simultaneamente na HBO e na HBO Max. Criada por Sam Levinson, a nova fase dá um salto temporal de cinco anos, acompanhando os ex-estudantes do ensino médio lidando com problemas ainda maiores – casamento, crimes, violência e fama – em um ritmo mais próximo do suspense policial. Menos drama escolar, mais consequências reais. Era o que a gente precisava.


O núcleo pesado da série continua intacto: Zendaya como Rue, Hunter Schafer como Jules, Sydney Sweeney como Cassie, Jacob Elordi como Nate, Alexa Demie como Maddy e Maude Apatow como Lexi. Do lado das caras novas, Sharon Stone, Natasha Lyonne, Danielle Deadwyler e a cantora Rosalía entram no elenco. A cantora, aliás, interpreta uma dançarina – e, segundo a Elle americana, disse que foi bom reencontrar velhos amigos no set, numa referência ao seu antigo relacionamento com Hunter Schafer em 2019.


A temporada também carrega algumas despedidas inevitáveis. Barbie Ferreira não retorna – a atriz havia declarado que não queria continuar interpretando “a melhor amiga gorda” -, assim como Angus Cloud, que faleceu tragicamente. Eric Dane, que interpretava Cal Jacobs, o problemático pai de Nate, faleceu no início de 2026, mas chegou a gravar a temporada e terá aparições póstumas.

A temporada terá oito episódios, lançados semanalmente, com previsão de encerramento em 31 de maio. Quanto ao futuro da série, Zendaya sugeriu em entrevistas recentes que a terceira temporada deve ser a última, enquanto Levinson afirmou que não tem planos para uma quarta. O que, dependendo de como você encarar, pode ser o alívio ou a maior tristeza do ano.

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Selena Gomez vai dirigir episódio de especial de encerramento de ‘Os Feiticeiros Além de Waverly Place’

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A família Russo vai se reunir uma última vez. O Disney+ anunciou nesta quinta-feira (2) que Os Feiticeiros Além de Waverly Place vai retornar com um evento especial de quatro episódios para encerrar a série – e Selena Gomez vai estrear como diretora comandando o primeiro deles, além de reprisar o papel de Alex Russo em múltiplos episódios. O especial, batizado de One Last Spell, chega ao streaming no verão do hemisfério norte, entre junho e setembro.

O ponto de partida do especial retoma diretamente o gancho da segunda temporada. Billie, ainda abalada com a perda de Alex no final da segunda temporada, descobre que a única forma de resgatar a mãe é se reunir com o pai que nunca conheceu. Enquanto a família se une para encontrar Alex, Billie percebe que o poder combinado dos Russo é o único caminho para derrotar o mal que os assombra. O final da segunda temporada, lançado em outubro de 2025, havia deixado em aberto o destino de Alex – e David Henrie, o Justin da série, já havia dado pistas aos fãs de que não acreditassem completamente na morte da protagonista.


A produção do especial começa ainda em abril, e o elenco principal segue o mesmo da sequência: David Henrie como Justin, Janice LeAnn Brown como Billie, Alkaio Thiele, Max Matenko, Taylor Cora e Mimi Gianopulos. Jed Elinoff e Scott Thomas continuam como roteiristas e produtores executivos ao lado de Gomez e Henrie.

Para Selena, assumir a cadeira de diretora representa um passo significativo numa carreira que já passou pela música, atuação e produção – Os Feiticeiros de Waverly Place original, afinal, foi a série que a lançou ao estrelato entre 2007 e 2012.

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Séries

“Algo Horrível Vai Acontecer” antecipa o futuro do horror na Netflix

A série chega num momento em que a plataforma precisa provar que sabe fazer terror sem seus criadores mais icônicos.

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Algo Horrível Vai Acontecer – e a Netflix sabe disso. A nova minissérie de horror criada por Haley Z. Boston e produzida pelos irmãos Duffer estreou no dia 26 de março e, em quatro dias, chegou ao número 1 nos Estados Unidos e ao topo das paradas em 11 países ao redor do mundo, de acordo com o FlixPatrol.

O enredo é perturbadoramente simples: Rachel (Camila Morrone) e Nicky (Adam DiMarco) estão a uma semana do casamento quando ela começa a ter a certeza crescente de que algo horrível vai acontecer. Em vez de apostar em jump scares, a série se sustenta no que a criadora chama de “pavor que vai minando por dentro” – um horror psicológico enraizado em relações familiares e feridas emocionais. O resultado é uma série que a crítica comparou imediatamente ao estilo de Mike Flanagan, nome mais associado ao horror adulto e literário na televisão americana dos últimos anos.


A comparação faz sentido, mas também é um lembrete incômodo de algo que a Netflix está vivendo em tempo real. Flanagan iniciou sua parceria com o streaming em 2016 e ficou até 2022, quando seu contrato se encerrou e ele migrou para a Amazon Studios, levando consigo o DNA de séries como A Maldição da Residência Hill, Missa da Meia-noite e A Queda da Casa de Usher. Agora é a vez dos Duffer Brothers.

Matt e Ross Duffer assinaram em agosto de 2025 um contrato exclusivo de quatro anos com a Paramount, com início em abril de 2026 – justamente quando seu acordo com a Netflix se encerra. Os criadores de Stranger Things vão para o cinema: o foco do novo acordo está em filmes de grande escala para as telas de cinema, algo que eles nunca puderam perseguir plenamente dentro do streaming. A ironia do momento não passa despercebida: Algo Horrível Vai Acontecer é um dos últimos projetos que os Duffer Brothers entregam à Netflix antes de fechar as malas para a Paramount.


A saída simultânea de dois dos nomes mais influentes do horror televisivo americano coloca a plataforma diante de uma pergunta real sobre o que vem a seguir. Ainda que o catálogo da Netflix inclua uma lista extensa de produções de terror, os melhores títulos do gênero foram criados pelos Duffer Brothers e por Flanagan, e Stranger Things, mesmo sendo mais ficção científica do que horror puro, permanece entre os maiores fenômenos da história do streaming. Encontrar criadores capazes de substituir esse tipo de impacto não é uma tarefa simples. Haley Z. Boston, que foi revelada pelo sucesso imediato de Algo Horrível Vai Acontecer pode ser a resposta que a plataforma está procurando – uma voz nova com instinto narrativo sofisticado, capaz de equilibrar horror visceral e profundidade emocional no nível que o público claramente ainda quer consumir.

O número 1 global em menos de uma semana de estreia é um sinal de que o apetite por esse tipo de história permanece intacto. O que muda é quem vai alimentá-lo, e se a Netflix conseguirá construir uma nova geração de criadores de horror antes que a ausência dos antigos comece a ser sentida de forma mais concreta.

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