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Senado aprova lei que proíbe influenciadores em propagandas de apostas
Projeto de lei aprovado no Senado também limita os horários de exibição de propagandas de BETs
O Senado bateu o martelo: está proibido o uso de influenciadores e artistas em campanhas de apostas esportivas, as famigeradas “bets”. O projeto de lei que passou nesta quarta (29) impõe regras duras sobre como essas empresas podem se comunicar — e vai afetar diretamente nomes como Virgínia Fonseca, Neymar e outros rostos famosos que já lucraram alto com esse tipo de publi.
O texto proíbe qualquer atleta, influenciador ou artista em atividade de aparecer em propaganda de apostas. Só aposentados há mais de cinco anos estão liberados.
Horário de propaganda vai ser controlado
As novas regras também limitam os horários em que esses anúncios podem aparecer:
- Na TV e internet, só entre 19h30 e 0h.
- No rádio, apenas das 9h às 11h e das 17h às 19h30.
Além disso, nada de propaganda com mascotes, personagens fofinhos ou qualquer coisa que pareça infantil. O foco da lei é proteger principalmente crianças e adolescentes, que vêm sendo bombardeados com essas apostas disfarçadas de jogo divertido.
Patrocínio em uniforme? Pode — com limites
As bets ainda podem patrocinar clubes e eventos esportivos, e aparecer nos uniformes dos atletas. Mas há regras:
- Nada de logos em roupas infantis ou de atletas menores de idade.
O projeto busca equilibrar o crescimento desse mercado bilionário com responsabilidade social e segurança para o público mais vulnerável — e isso inclui cortar o efeito de “validar” essas empresas com rostos famosos e influentes da internet.
Agora, o texto segue para votação na Câmara. E se passar por lá, vai significar uma virada de chave na forma como publicidade de apostas é feita no Brasil.
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A jovem que se prepara desde os 3 anos para ser a primeira humana em Marte
A astrobióloga de 24 anos dedica sua vida ao sonho de integrar a primeira missão tripulada ao Planeta Vermelho
Alyssa Carson tinha apenas três anos quando assistiu a um episódio de The Backyardigans em que os personagens embarcavam numa aventura imaginária até Marte. Diferente da maioria das crianças, que esqueceriam o episódio no dia seguinte, ela virou para o pai e declarou com convicção que queria ser astronauta e ir até o Planeta Vermelho. Mais de duas décadas depois, a garota de Louisiana (EUA) transformou aquela fantasia infantil em um projeto de vida meticulosamente construído.

Hoje, aos 24 anos, Carson é formada em astrobiologia pelo Florida Institute of Technology e cursa doutorado na University of Arkansas, onde pesquisa a sobrevivência de bactérias terrestres em condições similares às de Marte. Seu nome circula frequentemente nas discussões sobre quem poderá integrar a primeira missão tripulada ao planeta vizinho, prevista para a década de 2030.
O que diferencia Carson de outros entusiastas do cosmos é a consistência quase obsessiva com que direcionou cada escolha de sua vida para esse objetivo.
Aos sete anos, ela participou do primeiro Space Camp da NASA em Huntsville, Alabama, e desde então se tornou a única pessoa no mundo a completar todos os acampamentos espaciais oferecidos pela agência, incluindo os programas internacionais no Canadá e na Turquia. Em 2013, com apenas 12 anos, foi a primeira a concluir o NASA Passport Program, visitando os 14 centros de visitantes da agência espalhados por nove estados americanos. A façanha lhe rendeu um convite para participar como painelista no MER 10, evento transmitido ao vivo pela NASA TV em que ela discutiu futuras missões a Marte ao lado de cientistas e administradores. Aos 15, tornou-se a pessoa mais jovem a ser aceita na Advanced PoSSUM Academy, conquistando certificação para realizar pesquisas em espaço suborbital. No mesmo ano, tirou sua licença de piloto.

É importante, porém, fazer uma distinção que frequentemente se perde nas manchetes sensacionalistas que circulam sobre Carson. Apesar de usar o nome NASABlueberry nas redes sociais, onde acumula mais de 535 mil seguidores só no Instagram, ela não possui vínculo oficial com nenhuma agência espacial. A própria NASA já emitiu comunicados esclarecendo que a organização “não tem laços oficiais com Alyssa Carson” e que, embora ela use “NASA” em seu site e nas redes sociais, “não temos nenhuma afiliação”. Carson não está no corpo de astronautas da agência americana nem foi selecionada para qualquer missão específica. O que ela construiu até agora é um currículo impressionante e uma preparação individual que a deixa em posição privilegiada caso surja uma oportunidade no processo seletivo de astronautas, que é extremamente competitivo – só em 2024, mais de 8 mil pessoas se candidataram, e apenas oito a doze são escolhidas para o programa de treinamento.
O verdadeiro diferencial de Carson pode estar justamente em sua pesquisa de doutorado, conduzida sob orientação do professor Timothy Kral. No laboratório da University of Arkansas, ela recria condições semelhantes às de Marte, como baixa pressão atmosférica, temperaturas gélidas e exposição à radiação, para estudar quais microrganismos terrestres poderiam sobreviver no ambiente marciano. Esse trabalho tem implicações diretas para futuras missões, tanto na busca por sinais de vida no planeta quanto na elaboração de protocolos de proteção planetária que evitem contaminação biológica. “Ela está totalmente imersa nesse trabalho de astrobiologia que fazemos”, disse Kral em entrevista à University of Arkansas, acrescentando que “os objetivos da Alyssa são grandes. Ela quer fazer o que a maioria das pessoas não consegue. É uma inspiração para todos”.

Carson fala quatro idiomas – inglês, francês, espanhol e mandarim – e já visitou mais de 26 países levando sua mensagem de incentivo às áreas STEM, especialmente para meninas e mulheres que sonham com carreiras científicas. Se um dia ela realmente pisar em Marte, terá sido a jornada mais longa e mais bem documentada da história da exploração espacial.
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Família de Juliana Marins pode processar parque e equipe de resgate na Indonésia por negligência, diz especialista
Especialista em Direito Internacional explica que, mesmo sem decisão formal da família, há caminhos legais para responsabilizar operadores e gestores do local
A família de Juliana Marins, jovem que perdeu a vida após um acidente em trilha na Indonésia, pode processar o parque nacional, a equipe de resgate ou empresas terceirizadas envolvidas. A informação vem da advogada Vivian Braga, especialista em Direito Internacional, que detalhou ao Leo Dias como ações desse tipo costumam acontecer.
- Conheça Silveira, o cachorro universitário que virou pró-reitor e celebridade na UFSM
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Segundo ela, quando há suspeita de demora no socorro ou falha nos protocolos de segurança, a Justiça do país onde ocorreu o fato é o primeiro caminho, embora existam barreiras de idioma, custos de tradução e necessidade de advogados locais.
Vivian ressalta que também existe a possibilidade de buscar reparação no Brasil se ficar comprovado que a omissão — ou outro ato doloso — teve reflexos diretos para a família. O artigo 7º do Código Penal abre essa brecha, mas a advogada frisa: nada disso se aplica automaticamente. É preciso apresentar laudos, testemunhos e qualquer prova que amarre a conduta dos responsáveis ao resultado morte. Processar o Estado indonésio, no entanto, costuma esbarrar na imunidade de jurisdição; por isso, eventuais ações focam em entidades privadas que gerem ou operem o parque.
Enquanto os parentes avaliam o que fazer, o Itamaraty segue com o apoio consular padrão — intermediação com autoridades locais e auxílio na repatriação do corpo. A pasta não atua como representante legal, e qualquer processo, seja na Indonésia ou no Brasil, dependerá de um escritório contratado pela família.
Até o momento, não há confirmação de processo aberto nem prazo para uma decisão. Tudo gira em torno da coleta de documentos e análise técnica: sem provas claras, a chance de sucesso diminui; com um dossiê consistente, a família pode, sim, acionar juridicamente quem, porventura, tiver falhado no resgate ou na segurança da trilha.
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Conheça Silveira, o cachorro universitário que virou pró-reitor e celebridade na UFSM
Com carisma de sobra, Silveira se tornou o mascote oficial (e emocional) da Universidade Federal de Santa Maria
Se você abriu o Instagram ou o TikTok essa semana e não viu uma imagem do Silveira, parabéns: você venceu o algoritmo. Mas, se você é minimamente online, já foi impactado por ele — o cachorro caramelo, gordinho, de olhar sofrido e vibe de estudante cansado da vida universitária.
Silveira é o novo crush do Brasil. Ele virou meme, viralizou em todas as plataformas e foi oficialmente promovido a “pró-reitor de assuntos caninos” da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). E sim, isso é real.
Com mais de 110 mil seguidores no Instagram e uma fanbase engajada (e emocionada), o doguinho virou rosto de livrarias, editoras, coletivos estudantis, bancos, órgãos públicos e até do TikTok Brasil. Virou crochê, virou figurinha e virou lenda viva.
Tudo começou com uma foto aleatória dele largado no meio do campus, deitado de barriga pra cima, como quem diz “a vida é assim mesmo, estudante”. A estética do caos tranquilo. A internet, claro, mordeu a isca — e não largou mais.

A fama chegou tão forte que até marcas resolveram surfar no fenômeno. O Itaú, o Ministério Público, o Zé Gotinha e até a Editora Rocco entraram na trend. Resultado? Uma chuva de publis, doações via Pix e campanhas de adoção bombando.
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Mas antes de virar influencer canino, Silveira era só mais um dos cerca de 80 animais que vivem no campus da UFSM. Todos são acompanhados e cuidados pelo projeto Zelo, que atua desde 2014 ajudando bichinhos abandonados com castração, tratamento e, quando possível, adoção.
Silveira, aliás, não é para qualquer um: ele é idoso, tem artrose, medo de carros e de pessoas de jaleco. Não curte outros cachorros e precisa de um espaço grande, de preferência com humanos que respeitem seus cochilos sagrados e sua agenda de preguiça.

Ele já assistiu aulas de vários cursos, se infiltrou em rodas de capoeira e virou figurinha carimbada em protestos, rodas de conversa e cafés compartilhados no bandejão. Hoje, ele não é só um cachorro comunitário — ele é uma entidade.
Enquanto houver semestre impossível de encarar, greve, aula de estatística ou fila no RU, Silveira vai estar lá. Dormindo, pensando, julgando — e sendo amado por todos nós.
Pra conhecer mais sobre o projeto Zelo e os outros animais do campus, é só procurar pelo @zeloufsm no Instagram. Lá também dá pra colaborar ou até se candidatar pra adoção (com responsabilidade, claro).
Silveira não pediu pra ser famoso. Mas já que virou ícone, tá usando o hype pro bem. E a gente respeita o cão que, com sono eterno e barriga flácida, virou o herói que a internet precisava.
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